quarta-feira, 14 de outubro de 2009

DIA DA SAÚDE MENTAL - HGO

Por estas semanas encontram-se expostos quadros, elaboradas pelos utentes do Serviço de Psiquiatria do Hospital Garcia de Orta, para comemorar o dia da Saúde Mental que se festejou no dia 10 de Outubro. Convido-vos a ver no Hospital esta exposição ou as fotos aqui no blog.
Estas 10 obras foram escolhidas de entre outras que foram pintadas durante os últimos dois anos. É com orgulho que vos mostro algum do trabalho desenvolvido no Serviço.
A todos os nossos utentes cujos quadros aqui apresento um OBRIGADO.












quarta-feira, 30 de setembro de 2009

ESTUDO DE CASO - Processo de Aconselhamento

Este estudo de caso foi apresentado no congresso da SPESM. Trata de um processo de aconselhamento a um jovem que se encontrava "paraplégico" apesar de não apresentar comprometimento medular. Foi diagnosticado uma Perturbação de Conversão. Passados 24 dias o utente já andava. Este filme apresenta todo o processo excepto as entrevistas que foram retiradas, posteriormente poderão ser incluídas, após autorização do utente.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O PODER DA MUSICA

A musica tem realmente um poder enorme...Cá está mais uma lição.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

(IN)DECISÕES



Hoje começa a Pós-licenciatura em Enfermagem de Saude Mental e Psiquiatria na Escola Superior de Enfermagem São Francisco das Misericórdias. Hoje devia apresentar-me para iniciar mais um capitulo da minha vida académica e profissional. Mas não, há decisões que se têm que tomar e o que ontem era verdade, hoje toma contornos de algo mais relativo.
Pensei muito, muito mesmo, ponderei os prós e os contras e senti-me muito indeciso numa altura e cheio de certezas noutra, para depois voltar a ter incertezas. Mas decidi em não ir e anular a matricula. Claro que apesar da carreira estar como (não)está continua nos meus horizontes ser enfermeiro "com" a especialidade em saúde Mental e Psiquiatria, mas talvez, se calhar, mais tarde e decisivamente noutro espaço.
Mas para aqueles que iniciam hoje a sua Pós-Licenciatura e que iriam ser irmãos de armas, deixo aqui um desejo de boa sorte e que tudo lhes corra pelo melhor. E que contribuam para a valorização da enfermagem de saúde mental.
Quanto a mim, embrenhado nesta altura em outros afazeres, com alguns projectos em mão que pretendo concluir rapidamente, espero e espero e espero sem (des)esperar, ou não fosse eu Alentejano.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

ACÇÃO DE PROTESTO

Em resposta à vergonhosa proposta do MS em relação à negociação salarial da carreira de enfermagem.

sábado, 29 de agosto de 2009

SENHOR DOS ANEIS E SAÚDE MENTAL





"Vida de juiz de Corte Superior. Estressante, quer pela quantidade de processos a resolver, quer pela responsabilidade de não se cometer injustiça ao deslindar os casos mais complexos. Perto de 50 processos a despachar por dia, cifra humanamente impossível de se dar conta, sem (ou mesmo com) uma assessoria qualificada e numerosa, em torno de 25 gabaritados bacharéis, mas que devem ser formados ad mentem judicem. Sessões longas de julgamento, em que nem sempre todos os elementos dos autos são dominados pelo julgador. E atendimento a advogados, que buscam convencer de que a razão está com seus clientes e esperam alguma sinalização de que terão ganho de causa. Tantas ocupações e preocupações, afora aulas, escritos, família e amigos, parecem não caber num dia de 24 horas. O recurso a Deus é contínuo, como sentido de tudo o que se faz, mas também para não perder a paciência e para resolver com sabedoria tantas causas e problemas alheios. Ingredientes suficientes para colocar à prova a saúde física e mental de qualquer um.

Vida não diferente da de tantos homens e mulheres da moderna sociedade de consumo e produção em massa, informatizada e globalizada, que se dedicam a ganhar o seu pão de cada dia com sacrifício nas mais diversas áreas de atividade humana (médicos, advogados, engenheiros, professores, comerciantes, empresários...), correndo atrás de clientes (para ter serviço ou receber por eles), estudando para passar em concursos (cada dia mais difíceis e concorridos), lutando para compaginar dois ou três empregos simultâneos (senão não se consegue pagar o aluguel do apartamento), enfrentando a concorrência desleal (desde o meio acadêmico ao negocial), suportando chefes iracundos e superlativamente exigentes (perfeccionistas mesmo) e procurando atender da melhor forma possível seus demais compromissos profissionais, familiares, religiosos e sociais. Há momentos em que, diante de tanta pressão e tensão (a corda do arco da vida está continuamente tencionada), dá vontade de repetir o que se viu numa pichação de muro de casa: Parem o mundo que eu quero descer!


Será que não existe alguma outra válvula de escape ou de proteção da sanidade física e mental dos habitantes do planeta submetidos à azáfama da vida moderna, em que a rapidez das respostas num mundo dominado pelos computadores leva à necessidade de que as decisões sejam também rápidas, para não se perder no jogo da vida? Josef Pieper (1904-1997), filósofo alemão, dizia (na obra O que é Filosofar? O que é Acadêmico?) que a filosofia, a religião, a arte, o amor e a morte seriam os cinco elementos que teriam o condão de provocar um abalo no sujeito, capaz de fazer transcender o mundo do trabalho: é a natural admiração (o mirandum aristotélico), que faz desligar das atividades do dia a dia, percebendo que há algo mais no mundo além de produzir, ganhar dinheiro, conquistar poder ou obter reconhecimento social.

Pois bem, para o homem de negócios de uma sociedade globalizada da era da informática, esse abalo existencial ou válvula de escape renovadora que a arte pode provocar (sem deixar de considerar o outros quatro elementos) pode vir das mais variadas manifestações estéticas, desde a música, poesia, pintura, escultura, dança... até os contos de fadas. O que teriam eles de especialmente candente a ponto de serem, mais do que outras manifestações artísticas, capazes de preservar ou recuperar a sanidade psicológica ao homem comum, trabalhador e pai de família?

Em 1939, J. R. R. Tolkien (1892-1973) publicou na Inglaterra um ensaio intitulado “On Fairy Stories”, expondo as três funções que, a seu ver, os contos de fadas desempenhariam na vida humana, que seriam:
a) terapia de restauração para a alma em relação à atividade produtiva e laborativa absorvente;
b) sã evasão dos problemas angustiantes do dia-a-dia, encontrando um mundo de sonhos que engloba as mais elevadas aspirações humanas; e
c) consolo da alegria, que não se confunde com um gozo meramente evasivo da realidade, mas que constitui um eco da vida real (satisfação dos desejos humanos primordiais, de sabedoria, amor e beleza, como também de comunicação com todos os seres viventes).

Parem o mundo que eu quero descer! Quantas vezes não é precisamente esse o grito abafado que assoma aos lábios e ecoa na mente, em dias de especial pressão, derrotas ou fracassos. Em tempos de pressão, estresse e cansaço mental, sair do mundo do trabalho e penetrar num outro mundo, semelhante mas diferente daquele em que vivemos, pode ser a terapia restauradora da alma.

Um mundo diferente é importante, para desligar das preocupações do dia-a-dia e aliviar a pressão interior de decisões a tomar ou trabalhos a concluir. E que seja um mundo semelhante é também de fundamental importância, pois só quando há similaridade com o mundo real se consegue a ressonância interior que atrai e cativa a alma, vendo-se retratada nas ações nobres ou vis dos personagens que povoam esse mundo diferente.

A literatura fantástica, como é conhecida a literatura de fantasia ou dos contos de fadas, tem muito a oferecer ao homem moderno nesse sentido, como o fez em séculos passados, preservando aquilo que G. K. Chesterton (1874-1936) mais prezava: o senso comum e o bom humor.

“A minha primeira e última filosofia, aquela na qual acredito com uma certeza inquebrantável, foi a que aprendi na escola maternal. A babá, essa grave sacerdotisa da democracia e, ao mesmo tempo, da tradição, foi quem, de maneira geral, ensinou-a a mim. As coisas nas quais mais acreditava, na época, e as coisas nas quais mais acredito agora são os chamados contos de fadas. Tais contos são, a meu ver, absolutamente racionais. Não são fantasias: as outras coisas é que, comparadas a eles, parecem-me fantásticas. Comparados a eles, a religião e o racionalismo são coisas anormais, embora a religião seja uma coisa anormalmente certa e o racionalismo uma coisa anormalmente errada. O País das Fadas não é outra coisa senão o ensolarado país do bom senso” (“Otodoxia”, LTr – 2001 – São Paulo, pg. 71).

Chesterton, no capítulo “A Ética da Terra dos Elfos”, do livro “Ortodoxia”, procura mostrar como os contos de fadas retratam, na sua lógica interna, um dos traços básicos do Cristianismo e do senso comum: o princípio da felicidade condicionada, ou seja, de que toda a alegria humana está condicionada à observância de umas regras morais mínimas, que, desprezadas, acabam por quebrar o encanto e a harmonia da vida.

Nesse ponto se verifica a similaridade com o mundo real. Chesterton traça o paralelismo entre o pecado original (tudo é permitido ao homem no paraíso, à exceção do fruto da árvore da ciência do bem e do mal) e as condições colocadas às fabulosas façanhas dos personagens de contos de fadas (Gata Borralheira que deve voltar do baile à meia-noite; Bela Adormecida que não pode se ferir numa roca; etc). Esse realidade é bem retratada nas obras de Tolkien, nas quais a disputa pelos “Silmarils” e pelos “Anéis do Poder” é o exemplo emblemático da não aceitação, pela criatura, dos limites impostos pelo Criador, provocando a sua ruína (vide, por exemplo, a rebeldia de Morgoth contra Illuvatar; a dos numenorianos contra a proibição de navegar para o Ocidente; etc), mas com a subseqüente vitória da humildade sobre o orgulho, com o restabelecimento da harmonia quebrada (Elendil escapando do naufrágio da ilha de Númenor; Frodo e Sam salvando o mundo civilizado, com o cumprimento da missão de destruir o Um Anel).

O sentido do dever nos personagens tolkianos e o respeito a um Código de Ética que não é estabelecido pelos personagens, mas lhes vem imposto pela sua própria natureza de seres criados, é uma constante em todos os contos e livros de fantasia, explicando, em muito, o caráter atrativo das lutas e dramas de todas essas estórias.

Ora, não apenas a juventude, mas também a idade madura e a terceira idade, vive buscando paradigmas que encarnem os ideais de sabedoria e fortaleza, nobreza e beleza, simplicidade e paciência, que transparecem nas aventuras de muitos dos heróis e heroínas das estórias de fantasia antigas e modernas, hoje transformadas em filmes:

a) Na saga de “O Senhor dos Anéis”, de J.R.R.Tolkien, quem não se identifica, em muitas de suas circunstâncias de vida, com Frodo Baggins ou Sam Gamgee, ao tomar consciência da grandeza da missão que têm nesta Terra, não obstante a carência de talentos e virtudes para cumpri-la? Quem não gostaria de ter a prudência de Gandalf ou a nobreza de Galadriel? Quem não passou pela angústia de um amor impossível como Éowyn (encontrando, depois, seu verdadeiro companheiro de jornada) ou pela necessidade de passar oculto por tanto tempo e lutar perseverantemente em tantas frentes, até recuperar aquilo que lhe era devido e ver sua condição real reconhecida, como Aragorn?

b) Nos “Contos de Narnia”, de C. S. Lewis (1898-1963), quem não se encanta com os irmãos Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia Pevensie, passando do mundo real ao de Narnya, sempre enfrentando em fraterna união (mesmo com rupturas ocaionais) os dramas por que passam na terra maravilhosa da fantasia?

c) Nas aventuras de “Harry Potter”, de J. K. Rowling (1965), a vida familiar e acadêmica atribulada de Harry é um retrato da vida de tantos e tantos estudantes, que com ele e seus inseparáveis amigos Roney Wisley e Hermione Granger se identificam, fazendo paralelismos entre o que acontece no mundo dos bruxos e o que passamos neste nosso mundo de trouxas.

d) Na hexalogia de “Star Wars”, de George Lucas (1944), Luke Skywalker (dominando sua ira para não sucumbir frente ao Lado Negro da Força), a Princesa Leia Organa (valorizando seu amor a Hans Solo, sem se entregar facilmente), os Mestres Jedi Obi-Wan Kenobi e Yoda (com sua prudência sendo mais louvável que sua força), sem falar nos dramas pessoais de Padmé Naberrie e Qui-Gon Jin, são colocados como ícones admirados e emulados na vida de tantos jovens e menos jovens, na luta diária entre o bem e mal que se trava no coração, no trabalho e nas relações sociais.

e) Na “História sem Fim”, de Michael End (1929-1995), a busca de Atreiú (ajudado por Bastian Balthazar Bux) pelo que poderia salvar o Reino da Fantasia e a Rainha Criança é a materialização da tese tolkien-chestertoniana da restauração da alma pela literatura fantástica, pois o tema central do livro é o poder de cura da imaginação, representado pelo estado em que Fantasia se encontra até que alguém a salve, ao reconstrui-la baseado em novas idéias e novos sonhos.

S. Agostinho (354-430), em sua “A Cidade de Deus”, que pode ser considerada a primeira obra de Filosofia da História, fala de duas histórias paralelas se desenvolvendo no mundo: uma visível (a construção da “Cidade Terrena”), com a sucessão dos impérios e do progresso tecnológico, e outra invisível (a construção da “Cidade Celeste”), com a santificação das almas, pedras vivas que comporiam, com o tempo, o “Reino dos Céus”.

Ora, a importância e o papel das pessoas no desenvolvimento da história humana somente poderá ser aquilatado no final dos tempos, sendo que aqueles que aparentemente não fizeram nada de relevante podem ter sido os mais importantes (como, na saga do Anel, os hobbits). Daí que as perspectivas do real e do ideal, do mundano e do sagrado, do pequeno e do grande, do temporal e do eterno, adquirem sua mais plena dimensão quando contrastadas entre si e fundidas em plano no qual, sabendo-se distinguir as diferentes perspectivas, consegue-se aproveitar de cada uma o que tem de mais complementar às nossas deficiências.

Nossa vida real e o mundo de fantasia no qual nos refugiamos nos momentos de lazer, acompanhando as aventuras dos heróis com os quais mais nos identificamos, são, também, histórias paralelas, que se cruzam e interpenetram, servindo as virtudes vivenciadas pelos personagens de exemplo e estímulo para nossa luta diária contra a preguiça e o desânimo, a vaidade e a sensualidade, a ira e a inveja, a avareza e a intemperança. A diferença é que a nossa aventura é mais bonita e emocionante, porque é real.

Platonicamente falando, os contos de fadas são o mundo ideal, no qual encontramos os arquétipos de homens e mulheres com defeitos e virtudes equilibradamente distribuídos, passíveis de serem admirados e imitados. Olhando para eles, sentimo-nos quase que acompanhados em nossa caminhada no mundo real, vivendo situações semelhantes às que eles passaram, o que consola e anima, já que são eco de experiências humanas captadas e tão bem expostas pelos autores das sagas.

E mais. Não há atividade profissional que não dependa de muita imaginação para se resolver os problemas que apresenta. Arnold Toynbee (1889-1975), notável historiador inglês, em seu “Um Estudo da História”, sustentava que o elemento chave do desenvolvimento das civilizações seriam as respostas criativas aos desafios que o meio, quer ambiental, quer humano, apresentasse ao homem de cada época ou lugar. Não terá a literatura fantástica um papel a desempenhar na busca de novos caminhos e novas soluções para os problemas que afligem a sociedade moderna, arejando as mentes e distendendo os espíritos, permitindo olhar para o mundo com uma nova perspectiva?

Enfim, os embates diários da vida real serão melhor enfrentados e vencidos, num clima de distensão, bom humor e esportividade, por aqueles que sabem recuperar as forças e expandir a mente, tanto cultivando uma sólida vida interior quanto escapando temporariamente para um mundo povoado de seres fantásticos (o próprio homem é um ser fantástico!), capazes de fazer rir e chorar, pensar e amar, decidir e mudar, para melhor, o mundo real em que vivemos."

de:IVES GANDRA DA SILVA MARTINS FILHO
in www.valinor.com

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

FINALMENTE ...




Hoje em Diario da Republica foi publicado a autorização para a abertura da Pós Licenciatura em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria na Escola Superior de Enfermagem de Setubal. Esperava esta noticia à 2 anos, aconteceu agora, logo agora que estou matriculado na Pós Licenciatura de Saúde Mental na Escola Superior de Enfermagem São Francisco das Misericórdias.
De qualquer forma estou satisfeito e vou aguardar, aguardar, aguardar...
Também já é algo que estou habituado.


segunda-feira, 17 de agosto de 2009

IV JORNADAS DE ENFERMAGEM DO HOSPITAL MAGALHÃES LEMOS



9 e 10 de Outubro de 2009
Auditório
do
Hospital de Magalhães Lemos
Objectivos
•Reflectir sobre os novos desafios em ESMP
•Promover a partilha deconhecimentos/experiências em enfermagemde Saúde mental e Psiquiatria.

PROGRAMA PROVISÓRIO


Sexta-feira – 9 de Outubro de 2009
9h:00 – Abertura do Secretariado
9h:30 – Sessão de Abertura
Conselho de Administração do HML
Ordem dos Enfermeiros
Secção Regional do Norte da Ordem dos Enfermeiros
10h:00 - Garantir a Qualidade, Inovando os Cuidados
Moderador: Prof. Dr. Carlos Sequeira – Escola
Superior de Enfermagem do Porto, Presidente da
SPESM
Padrões/Indicadores de Qualidade em ESMP
Palestrante: Enf.
o
Domingos Malato – Ordem dos
Enfermeiros
Gestão/Adesão ao Regime Terapêutico, como
Promover?
Palestrante: Enf.
a
Antónia Barbosa - HML
11h:00 – Pausa para Café
Intervenção em Crise
Palestrante: A designar
Psicoeducação
Palestrante: Enf.
a
Anabela Guedes - HML
12h:30 – Almoço
14h:30 – Reabilitação Psicossocial, que Realidade?
Novos Desafios para a Enfermagem
Moderador: Dr. Joaquim Ramos
Palestrantes: Enf.
a
Helena Moura – Forum Sócio-
Ocupacional de Costa Cabral
Professora Glória Toletti – Escola Superior de
Enfermagem de Lisboa
16h:00 – Comunicações Livres
20h:00 – Jantar
Sábado – 10 de Outubro de 2009
9h:00 – Hospital Psiquiátrico - Que Futuro à Luz do
Novo Plano de Saúde Mental
Moderador: Enf.
o
João Teles - Enfermeiro Director
do HML
Palestrante: Dr. António Leuschner – Presidente do
Conselho de Administração do HML
10h:30 – Pausa para Café
10h:45 – Intervenção de Enfermagem de Saúde
Mental e Psiquiatria na Comunidade – Mitos e
Realidade
Moderador: Enf.
o
Germano Couto – Presidente da
Secção Regional do Norte da Ordem dos
Enfermeiros
Palestrantes: Enf.
as
Sandra Andrade e Isabel
Landeiro – HSFX
Enf.
a
Cláudia Magalhães – Consulta Externa do
HML
12h:00 – Entrega de Prémios
12h:30 – Almoço
14h:30 – Comemorações do Dia da Saúde Mental
Mesa Redonda:
Comissão de Coordenação da Saúde Mental
Representantes das Associações de Familiares e
Amigos
Técnicos de Saúde Mental
Elementos da Sociedade Civil

Informações em http://hml.planetaclix.pt/jornadas.htm

terça-feira, 11 de agosto de 2009

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

PARABENS À ENFª LUCILIA NUNES



A Enf.ª Lucília Nunes, Presidente do Conselho de Enfermagem da Ordem dos Enfermeiros, tomou posse esta tarde como membro do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV), numa cerimónia presidida pelo Dr. Jaime Gama, Presidente da Assembleia da República.
Trata-se da primeira vez em que a Enfermagem se encontra representada naquele Conselho, tendo sido igualmente a primeira vez que o CNECV solicitou à Ordem dos Enfermeiros a designação de uma pessoa com reconhecido mérito e «especial qualificação nos domínios da Bioética». Este facto deriva directamente da aplicação da Lei nº 24/2009 de 29 de Maio, que estabelece o regime jurídico do CNECV e que trouxe, entre outras coisas, alterações à composição do Conselho.
O mandato que hoje se inicia é válido por cinco anos e apesar da designação ter sido feita pela Ordem dos Enfermeiros, a Enf.ª Lucília Nunes - bem como todos os restantes membros do CNECV - «são independentes no exercício das suas funções, não representando as entidades que os elegeram ou designaram», como refere a legislação acima mencionada.
A Enf.ª Lucília Nunes é licenciada em Enfermagem e enfermeira especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica. Possui mestrado em Ciências da Enfermagem e em História Cultural e Política. Detém igualmente licenciatura e doutoramento em Filosofia. É Professora Coordenadora e Presidente do Conselho Científico da Escola Superior de Saúde de Setúbal e foi, no mandato de 2004-2007, Presidente do Conselho Jurisdicional da Ordem dos Enfermeiros.
In “www.ordemenfermeiros.pt

terça-feira, 28 de julho de 2009

PARABENS ÀS MINHAS FILHAS




Hoje dia 29 de Julhos as minhas filhas fazem 8 anos. Por isso estão de PARABENS. Já agora, parabens para a mãe também.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

FEZ HOJE 15 ANOS

MAS O ALMOÇO FOI ONTEM

Fez hoje 15 anos que terminei o curso de Enfermagem na Escola Superior de Enfermagem de Portalegre. Foi a primeira vez que muitos de nós nos reencontramos com uma alegria, um contar e recordar de histórias dos três anos que passamos juntos.
A todos os que foram digo-vos que foi muito bom voltar a estar convosco.
A todos os que não foram, mantenho as saudades, foram todos revisitados nas conversas dos que foram e nas fotos, com a promessa que iremos repetir mais vezes. Assim mostro-vos um pouco como foi a festa



Em 1991 eramos assim a maior parte de nós uns miudos.


Em 1994 já eramos assim mais crescidos e com a consciencia da responsabilidade que aí vinha. reparem na pequenina que está à frente.


Estes eram os rapazes



Parte da turma que foi ao almoço. Por incrivel que pareça elas estão iguais ao que estavam à 15 anos, eles nem por isso.


A Ana e a Sandra



A Anabela e outra Ana

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A Engracia



A Clara e a Sara



O Pinto e o Luis



O Zé a Critina e a Elsa



A Ana e o Zé



A Sandra a Ana Teresa e a Fátima



Repararam na pequenina que estava ao fundo da escada na foto de conunto no final do curso. Poi é, elas crescem e a Patricia que era um bébé hoje é uma mulher.



Estas já nasceram depois dos pais serem enfermeiros. Um beijo para elas.


A todos eu desejo FELICIDADES

sábado, 11 de julho de 2009

PONTO E VIRGULA, PARENTISES OU RETICENCIAS




Carta aberta aos meus doze Apóstolos e não só


Há momentos em que sentimos alguma necessidade de fazer balanços sobre a vida, sobre a nossa profissão, sobre uma relação, etc. Justifica-se muitas vezes que esses balanços sejam feitos com um distanciamento maior para os sentimentos não interferirem, ou então logo a seguir ao acontecimento, pois permite que esses mesmos sentimentos entrem em consideração nessa avaliação.

Hoje, considero que é o momento de reflectir sobre o que andei a fazer, principalmente desde Março ultimo e analisar o feito de uma forma geral, que gostaria de partilhar convosco.

No ano passado durante o acompanhamento de um estágio de cirurgia no Hospital dos Lusíadas, foi-me formulado um convite para colaborar com a Universidade Atlântica no que diz respeito a aulas teórico-práticas e estágio dos estudantes do 3º ano 2º semestre na área de saúde Mental e Psiquiatria. Inicialmente, senti uma certa insegurança, justificada pela minha ainda, relativa, curta experiência na área da psiquiatria. Mas fiquei definitivamente grato à professora Maria João Santos pela confiança depositada em mim e que me deixou orgulhoso.

Nunca escondi aos meus pares que a docência era um dos meus objectivos profissionais. Colaboro com a ESEL pólo MFR já há quase 8 anos e foi sempre uma experiência que me agradou e do qual retirei o maior proveito como experiência para corroborar o meu objectivo.

Quando comecei as aulas, considero que me senti inseguro, ainda por cima com uma turma numerosa de gente jovem e com as energias ao alto, próprias da idade. Nesta fase foi importante o corpo docente já especialistas em saúde mental e com mais experiência na docência que me receberam maravilhosamente destaco o Luís R. a Olga V. e a Manuela B. que conviveram e partilharam as experiências e tiveram a paciência de me encaminhar nesta arte de “ensinar”.

Senti que as coisas correram muito bem, apesar do meu papel mais de apoio nas aulas e de observador das dinâmicas em sala de aula. Sempre achei que o papel de professor, recordando Freire, deve ser mais de desequilibrador, de desafiador, de motivador dos estudantes, mais numa perspectiva de educação problematizadora do que educação bancária. Recordo que tive estas duas experiências, no curso base na Escola de Portalegre que, no início dos idos anos 90, apostavam que decorar era a palavra “mágica” e mais recentemente na escola de Setúbal em que adoptei como modelo a experiência que tive com professores que me marcaram quer no curso de complemento, quer na Pós-Graduação em Saúde Mental. Destaco as aulas desconcertantes da Prof. Lucília N. e o apoio sempre presente do Prof. Joaquim L., como na minha terra se diz, faz como vires fazer, tentei adoptar esse estilo de acompanhamento dos estudantes.

Iniciamos o estágio, que durou seis semanas. Fiquei com dois campos de estágio, IDT do Restelo e Clínica Psiquiátrica de São José no total de 12 estudantes, que tentei acompanhar o mais próximo possível. Tentei motivá-los para a Saúde Mental, quase numa perspectiva de recrutamento para a minha “causa”. Se consegui? Só o futuro o dirá, mas penso tê-los ajudado a pesquisar a reflectir a enfermagem na área da Saúde Mental. Já recordo com saudade própria do momento, aqueles com quem partilhei o tempo e com quem me preocupei durante estas seis semanas. Se acham que foram só eles que aprenderam comigo, desenganem-se. Aprendi muito com os meus doze apóstolos. Recordo a energia e simpatia da Marlene, a segurança do Tiago, as dúvidas da Vanessa, as incertezas das Anas, a perseverança das Susanas, as duvidas existenciais do André, a estabilidade da Vânia, o empenho da Cláudia, o trabalho da Maria João e a pessoa genuína que é a Rita. A todos só posso agradecer estas semanas de convívio mais próximo não deixando de salientar todos os outros que me acompanharam em sala de aula.

Mas em estágio, os méritos formativos são também partilhados pelos Orientadores, pelos quais nutro um profundo respeito. Agradeço desde já ao João M. e à Filipa do IDT, assim como ao Luís e à Irina com quem lidei de mais perto. Reconheço o papel do Sérgio a quem agradeço a amabilidade e a disponibilidade.

E pronto, foi mais uma experiência que termina aqui, por enquanto, pois a partir de Setembro irei iniciar outra luta, outro percurso que espero de novas descobertas na área da Saúde Mental e Psiquiatria, tentando tornar-me enfermeiro especialista, pois fui admitido como aluno na ESESFM. É pois outra etapa que se avizinha com bastante esforço pessoal, embora esteja garantida o meu empenho e a minha motivação.

É pois este momento um ponto e virgula do meu percurso, neste parêntesis que foi a minha experiência na docência, assumindo as reticencias para o futuro o desejo quase certo de voltar.

Concumitantemente fui co-orientador de duas estudantes da ESEL a Andreia e aRaquel que realizaram um etágio no serviço de Psiquiatria do HGO e desenvolveram um trabalho extraordinario no serviço. Sinto que afinal a enfermagem ainda tem um futuro risonho.

A todos eles só posso agradecer o me terem dado a oportunidade e o privilégio de conviver com cada um.

Muito Obrigado

Luís Godinho

sexta-feira, 3 de julho de 2009

E já são 20.000



obrigado a todos.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

PORTFÓLIO


"O Portfolio enquanto ferramenta pedagógica pode ser descrito como uma colecção organizada e planeada de trabalhos produzidos pelo(s) aluno(s), ao longo de um determinado período de tempo, de forma a poder proporcionar uma visão alargada e detalhada da aprendizagem efectuada bem como das diferentes componentes do seu desenvolvimento cognitivo, metacognitivo e afectivo. Reflecte também a identidade de cada aluno, de cada professor, em cada contexto, enquanto construtores do seu desenvolvimento ao longo da vida. Permite uma verdadeira avaliação contínua.
Tradicionalmente ligado ao mundo das artes visuais e da moda, o conceito de Portfolio quebrou fronteiras e adquiriu uma reconfiguração específica no campo educativo. O Portfolio de Aprendizagem é uma ferramenta pedagógica que permite a utilização de uma metodologia diferenciada e diversificada de monitorização e avaliação do processo de ensino e aprendizagem, não descurando a atenção à carga de afectos inerente à situação de aprendizagem.
O uso de portfolios de aprendizagem dá relevância e visibilidade ao processo formativo de aquisição, treino e desenvolvimento de competências. O seu carácter compreensivo, de registo longitudinal, permite detectar dificuldades e agir em tempo útil, ajudando o aluno a melhorar.
Possibilita a compreensão tanto da complexidade, como das dinâmicas de flutuação do crescimento do saber pessoal. Valoriza e fomenta a reflexão sobre aprendizagem, o que conduz ao desenvolvimento da meta-cognição e ao aprofundamento do auto-conhecimento."

in portfolio.alfarod.net/

quinta-feira, 4 de junho de 2009

ESTOU EM CONGRESSO DA SPESM




Hoje e amanhã estou no congresso da spesm, apresentando hoje um poster sobre terapia pelo movimento, um estudo efectuado no Serviço de Psiquiatria do Hospital Garcia de Orta, pelo grupo de implementação das dinâmicas de grupo no serviço.
Amanhã às 12 horas apresentarei uma comunicação sobre aconselhamento.

PÓS-GRADUAÇÕES NA UNIVERSIDADE ATLÂNTICA


segunda-feira, 25 de maio de 2009

SUICIDIO



O comportamento suicida abrange os gestos suicidas, as tentativas de suicídio e o suicídio consumado. Os planos de suicídio e as acções que têm poucas possibilidades de levar à morte são chamados gestos suicidas. As acções suicidas com intenção de morte, mas que não atingem o seu propósito, chamam-se tentativas de suicídio. Algumas pessoas que tentam suicidar-se são descobertas a tempo e salvas. Outras pessoas que tentam suicidar-se têm sentimentos contraditórios acerca da morte e a tentativa pode falhar, porque é, na realidade, um pedido de ajuda combinado com um forte desejo de viver. Finalmente, um suicídio consumado tem como resultado a morte. Todos os pensamentos e os comportamentos suicidas, quer se trate de gestos, quer de tentativas, devem ser tomados a sério.
O comportamento autodestrutivo pode ser directo ou indirecto. Os gestos suicidas, as tentativas de suicídio e o suicídio consumado são exemplos de comportamento autodestrutivo directo. O comportamento autodestrutivo indirecto implica a participação, geralmente de modo repetido, em actividades perigosas sem que exista uma intenção consciente de morrer. Exemplos de comportamento autodestrutivo indirecto incluem o abuso do álcool e das drogas, o abuso do tabaco, o comer em excesso, o descuido com a própria saúde, a automutilação, a condução de um veículo de modo temerário e o comportamento criminoso. Das pessoas com comportamento autodestrutivo indirecto diz-se que têm um «desejo de morte», mas geralmente existem muitas razões para este comportamento.
Epidemiologia
Como as estatísticas de suicídio se baseiam principalmente nas certidões de óbito e nas pesquisas judiciais, existe certamente uma subestimação da verdadeira incidência. Mesmo assim, o suicídio encontra-se entre as primeiras 10 causas de morte. O suicídio é a causa de 30 % das mortes entre os estudantes universitários e 10 % das mortes em pessoas entre 25 e 34 anos. É a segunda causa de morte entre os adolescentes. No entanto, mais de 70 % das pessoas que se suicidam têm mais de 40 anos e a frequência aumenta dramaticamente nos maiores de 60 anos, sobretudo nos homens. As taxas de suicídio são maiores nas áreas urbanas do que nas rurais.
Em contraste, as tentativas de suicídio são mais frequentes antes de chegar à meia-idade. As tentativas de suicídio são particularmente frequentes entre as adolescentes solteiras e entre os solteiros com cerca de 30 anos. Embora as mulheres tentem suicidar-se com uma frequência três vezes superior à dos homens, estes consumam o suicídio numa proporção quatro vezes superior à delas.
As pessoas casadas têm menos probabilidades de tentar ou de levar a cabo um suicídio do que as pessoas separadas, divorciadas ou viúvas que vivem sozinhas. Os suicídios são mais frequentes entre os familiares de quem já fez uma tentativa ou já se suicidou.
Muitos suicídios ocorrem nas prisões, particularmente entre os homens jovens que não cometeram crimes violentos. Estas pessoas enforcam-se, geralmente, durante a primeira semana de prisão. Os suicídios em grupo, quer implique um grande número de pessoas, quer só duas (como um casal de namorados ou de cônjuges), representam uma forma extrema de identificação com a outra pessoa. Os suicídios de grandes grupos tendem a ocorrer em situações com uma grande carga emocional ou nos fanatismos religiosos que ultrapassam o forte instinto de sobrevivência.
As taxas de suicídio entre advogados, cientistas, médicos (especialmente do sexo feminino) e pessoal militar são mais altas do que na população geral. A intoxicação com medicamentos é uma forma frequente de suicídio entre os médicos, possivelmente porque podem obter os fármacos com facilidade e sabem qual é a dose letal.
O suicídio acontece com menor frequência entre os membros praticantes de grupos religiosos (particularmente os católicos), que geralmente se apoiam nas suas crenças, têm laços sociais próximos que os protegem da autodestruição e estão também proibidos de cometer tal acto devido às suas crenças. No entanto, a filiação religiosa e as crenças profundas não impedem necessariamente a realização de actos suicidas por motivos de frustração, ira e desespero, especialmente quando são acompanhados de um sentimento de culpabilidade ou de indignidade.
Uma de cada seis pessoas que se suicida deixa uma nota escrita. As notas fazem muitas vezes referência a relações pessoais ou a acontecimentos que devem acontecer depois de a pessoa ter morrido. As notas escritas pelas pessoas de idade avançada exprimem preocupações pelos que deixam para trás, enquanto as notas escritas pelos jovens podem ser de agastamento ou de reivindicação. Uma nota deixada por alguém que tenta suicidar-se mas não o consegue indica que a tentativa foi premeditada; o risco de voltar a tentar é, portanto, elevado.
in "manual merk"

terça-feira, 12 de maio de 2009

GREVE 81% E MANIFESTAÇÃO 5000



Mais de cinco mil enfermeiros estiveram, esta terça-feira, em protesto a marcar o Dia Internacional do Enfermeiro, com uma acção de luta contra o actual processo de reestruturação das carreiras. Trata-se da maior manifestação de sempre por parte desta classe.
Segundo dados avançados pela polícia ao Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, participaram na concentração de hoje mais de cinco mil enfermeiros, o que significa a maior manifestação de sempre.
O presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, José Carlos Martins, confirmou que se trata das maiores manifestações de sempre, o que traduz o «grande descontentamento dos enfermeiros».
Os enfermeiros entregaram, entretanto, uma moção no gabinete do primeiro-ministro.
fonte TSF

domingo, 10 de maio de 2009

Associação dos Amigos da Sesta



3ª CONFERÊNCIA NACIONAL DA SESTA
AVIS, ALENTEJO

Auditório Municipal Ary dos Santos
20 DE JUNHO DE 2009
9.30h – Sessão Solene de Abertura
10.00h – Conferência de Abertura
- Sociologia do sono e da sesta no Alentejo
Prof. António Calha (ESSP/IPP)
10.30h – Pausa
10.45h – À conversa com:
• Ser bebé: comer e dormir
Dra. Mafalda Leitão – CADIN
• Noites, noitadas e raves parties – a privação do sono
Enfº Hugo Rebelo - ETAPRONI
• Sono, 3ª e 4ª Idade
Dr. Horácio Firmino (Consulta de Gerontopsiquiatria – HUC Coimbra) (****)
• Sono, sesta e rendimento desportivo
Dr. Henrique Jones – Departamento Médico - Selecção Nacional de Futebol
Moderador: Dr. Miguel Arriaga (IPP/ESSP(CESM)
12.15h – Conferência de Encerramento
Sono e Psiquiatria
Dra. Teresa Paiva (****)
13.00h – Almoço Alentejano
14.30h – Sesta (Jardim Público de Avis)
15.30h – Sarau de Poesia Popular Alentejana / Prova de Vinhos (a confirmar)

segunda-feira, 4 de maio de 2009

HUNT FOR GOLLUM - Senhor dos Aneis

Saíu finalmente mais uma curta metragem inspirada no Senhor dos aneis. Como Fã ansiava esta estreia que partilho convosco. Este curta metragem situa-se no primeiro filme, depois de Frodo já ter o anel e quando Gandalf percebe qual anel está em posse do Frodo. Aragorn procura o Gollum. site oficial: www.thehuntforgollum.com


domingo, 3 de maio de 2009

DIA DA MÃE




A todas as mães da minha vida

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Não avaliar o livro pela capa ...


Estou rendido à voz à humildade e à lição de vida que esta senhora nos deu.

RISOS

domingo, 19 de abril de 2009

DOENÇA BIPOLAR



O que é?


A Doença Bipolar, ou Doença Maníaco-Depressiva, é uma doença psiquiátrica que se caracteriza por alterações acentuadas do humor, nas quais o doente alterna entre estados de depressão e euforia (mania). Distúrbio complexo, afecta cerca de 1,5 por cento da população mundial.

Apesar das variações de cada quadro clínico, a sua sintomatologia é consistente, permitindo um diagnóstico seguro.

Quais os sintomas?

A fase maníaca (eufórica) pode durar de dias a meses e caracteriza-se pelos seguintes sintomas:
li>Aumento do estado de ânimo: hiperactividade, aumento da energia, falta de autocontrolo;
Auto-estima elevada (pensamentos de grandeza, crenças falsas em habilidades especiais, aumento do amor próprio);
Compromiso exagerado nas actividades;
Aumento de interesse em diversas actividades: gastos exagerados, consumo excessivo de comida, bebida ou consumo de drogas; promiscuidade sexual; deterioração do julgamento;
Tendência para a distracção;
Pouca necessidade de dormir;
Irritação fácil;
Pouco controlo do temperamento
Estes sintomas observam-se sobretudo nos doentes de Transtorno Bipolar I. Nas pessoas com Transtorno Bipolar II, o estado de humor prevalecente é o da Depressão.
A Depressão, quer no Transtorno I quer no II, inclui sintomas graves tais como:
Tristeza permanente;
Sentimento de desespero, inutilidade e culpa excesiva;
Apatia;
Sonolência excessiva ou incapacidade de dormir;
Perda de apetite e de peso/ consumo exagerado de alimentos e aumento de peso;
Pensamentos frequentes sobre a morte;
Dificuldade de concentração, de memorização e de toma de decisões;
Isolamento;
Fadiga;
Perda da auto-estima
Estas alterações de humor condicionam todas as emoções e comportamentos do indivíduo, levando a uma significativa perda de saúde e da autonomia da personalidade.

Quais as causas?

Há vários factores que predispõem para a doença, nomeadamente genéticos, biológicos e ambientais. Os factores genéticos têm um papel essencial mas, por outro lado, o tipo de personalidade e o ambiente em que a pessoa vive condicionam também o desencadeamento das crises.

Qual o tratamento?

Não há nenhum tratamento que cure a doença na totalidade. Ela pode, porém, ser controlada através de medicamentos estabilizadores do humor, tais como o Carbonato de lítio, o Valproato e a Carbamazepina .
As crises depressivas tratam-se com antidepressivos ou, em casos resistentes, a convusioterapia. As crises de mania tratam-se com os estabilizadores do humor acima referidos e com os antipsicóticos. O apoio psicológico individual e familiar é, além disso, um complemento indispensável para o tratamento.

IN PSIQUEWEB

quarta-feira, 15 de abril de 2009

RESULTADO DA REUNIÃO COM A MINISTRA DA SAÚDE



Negociações inconclusivas entre enfermeiros e Ministério

MAS ...

"A Comissão Negociadora dos Sindicatos dos Enfermeiros encontrou hoje alguma «abertura» na ronda negocial com o Ministério da Saúde para debater a nova carreira, apesar de a reunião ter sido inconclusiva

«Houve por parte do Ministério da Saúde (MS) alguma abertura para a discussão de algumas matérias, ao nível da estrutura da carreira, que nós consideramos importantes para chegarmos a um entendimento», disse à Agência Lusa Pedro Frias, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.

Apesar das posições enfermeiros e do Ministério da Saúde ainda estarem «muito distantes» e ter havido «pouca discussão em termos da aplicação da carreira», Pedro Frias afirmou que foram abertas «algumas perspectivas».

«O descontentamento dos enfermeiros relativamente à condução deste processo por parte do Ministério da Saúde provavelmente fez com que o MS percebesse que os enfermeiros estão mobilizados, descontentes e prontos a avançar para formas de luta e isso fez com que houvesse abertura de determinadas portas, mas ainda nada está concluído», acrescentou.

Foi marcada uma próxima reunião para o dia 27 de Abril, tendo ficado apontado que ambas as partes enviariam propostas para o projecto do decreto-lei, disse Pedro Frias à Lusa.

Os enfermeiros exigem uma carreira que regule as condições de trabalho de todos os enfermeiros do país, independentemente do vínculo, e uma carreira com uma única categoria.

A Comissão Negociadora dos Sindicatos dos Enfermeiros é composta pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses e o Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira."


Lusa / SOL