segunda-feira, 20 de abril de 2009

Não avaliar o livro pela capa ...

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Estou rendido à voz à humildade e à lição de vida que esta senhora nos deu.

RISOS

domingo, 19 de abril de 2009

DOENÇA BIPOLAR



O que é?


A Doença Bipolar, ou Doença Maníaco-Depressiva, é uma doença psiquiátrica que se caracteriza por alterações acentuadas do humor, nas quais o doente alterna entre estados de depressão e euforia (mania). Distúrbio complexo, afecta cerca de 1,5 por cento da população mundial.

Apesar das variações de cada quadro clínico, a sua sintomatologia é consistente, permitindo um diagnóstico seguro.

Quais os sintomas?

A fase maníaca (eufórica) pode durar de dias a meses e caracteriza-se pelos seguintes sintomas:
li>Aumento do estado de ânimo: hiperactividade, aumento da energia, falta de autocontrolo;
Auto-estima elevada (pensamentos de grandeza, crenças falsas em habilidades especiais, aumento do amor próprio);
Compromiso exagerado nas actividades;
Aumento de interesse em diversas actividades: gastos exagerados, consumo excessivo de comida, bebida ou consumo de drogas; promiscuidade sexual; deterioração do julgamento;
Tendência para a distracção;
Pouca necessidade de dormir;
Irritação fácil;
Pouco controlo do temperamento
Estes sintomas observam-se sobretudo nos doentes de Transtorno Bipolar I. Nas pessoas com Transtorno Bipolar II, o estado de humor prevalecente é o da Depressão.
A Depressão, quer no Transtorno I quer no II, inclui sintomas graves tais como:
Tristeza permanente;
Sentimento de desespero, inutilidade e culpa excesiva;
Apatia;
Sonolência excessiva ou incapacidade de dormir;
Perda de apetite e de peso/ consumo exagerado de alimentos e aumento de peso;
Pensamentos frequentes sobre a morte;
Dificuldade de concentração, de memorização e de toma de decisões;
Isolamento;
Fadiga;
Perda da auto-estima
Estas alterações de humor condicionam todas as emoções e comportamentos do indivíduo, levando a uma significativa perda de saúde e da autonomia da personalidade.

Quais as causas?

Há vários factores que predispõem para a doença, nomeadamente genéticos, biológicos e ambientais. Os factores genéticos têm um papel essencial mas, por outro lado, o tipo de personalidade e o ambiente em que a pessoa vive condicionam também o desencadeamento das crises.

Qual o tratamento?

Não há nenhum tratamento que cure a doença na totalidade. Ela pode, porém, ser controlada através de medicamentos estabilizadores do humor, tais como o Carbonato de lítio, o Valproato e a Carbamazepina .
As crises depressivas tratam-se com antidepressivos ou, em casos resistentes, a convusioterapia. As crises de mania tratam-se com os estabilizadores do humor acima referidos e com os antipsicóticos. O apoio psicológico individual e familiar é, além disso, um complemento indispensável para o tratamento.

IN PSIQUEWEB

quarta-feira, 15 de abril de 2009

RESULTADO DA REUNIÃO COM A MINISTRA DA SAÚDE



Negociações inconclusivas entre enfermeiros e Ministério

MAS ...

"A Comissão Negociadora dos Sindicatos dos Enfermeiros encontrou hoje alguma «abertura» na ronda negocial com o Ministério da Saúde para debater a nova carreira, apesar de a reunião ter sido inconclusiva

«Houve por parte do Ministério da Saúde (MS) alguma abertura para a discussão de algumas matérias, ao nível da estrutura da carreira, que nós consideramos importantes para chegarmos a um entendimento», disse à Agência Lusa Pedro Frias, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.

Apesar das posições enfermeiros e do Ministério da Saúde ainda estarem «muito distantes» e ter havido «pouca discussão em termos da aplicação da carreira», Pedro Frias afirmou que foram abertas «algumas perspectivas».

«O descontentamento dos enfermeiros relativamente à condução deste processo por parte do Ministério da Saúde provavelmente fez com que o MS percebesse que os enfermeiros estão mobilizados, descontentes e prontos a avançar para formas de luta e isso fez com que houvesse abertura de determinadas portas, mas ainda nada está concluído», acrescentou.

Foi marcada uma próxima reunião para o dia 27 de Abril, tendo ficado apontado que ambas as partes enviariam propostas para o projecto do decreto-lei, disse Pedro Frias à Lusa.

Os enfermeiros exigem uma carreira que regule as condições de trabalho de todos os enfermeiros do país, independentemente do vínculo, e uma carreira com uma única categoria.

A Comissão Negociadora dos Sindicatos dos Enfermeiros é composta pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses e o Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira."


Lusa / SOL

terça-feira, 7 de abril de 2009

JORNADAS DA SPESM



Também lá irei estar.

Fórum da SPESM 2009
A Saúde Mental e a Vulnerabilidade Social
04 e 05 de Junho de 2009
Anfiteatro – Pólo Artur Ravara ESE de Lisboa
Comunicações/posters até 20 de Maio e-mail: congresso.spesm@gmail.com
Regulamento em: www.spesm.org e http://spesm-saudemental.blogspot.com/
Programa Provisório
04 de Junho de 2009
09.00 Recepção aos participantes
09.30 Sessão de abertura
10.00 A SAÚDE MENTAL E OS GRUPOS VULNERÁVEIS
Moderador:

Os grupos de risco (crianças, mulheres e idosos)
Ana Sara Brito – Vereador da Câmara Municipal de Lisboa
Estratégias de intervenção específicas
Luis Silva – Hospital Magalhães Lemos
11.30 Intervalo
12.00 Conferência: Da supervisão à intervisão em Enfermagem de Saúde MentalSalvatore Virgillito - Direcção dos Hospitais Universitários de Genebra (suíça)
Moderador: Glória Toletti Escola Superior de Enfermagem de Lisboa
13.00 Intervalo para almoço
14.00 CONTEXTOS EMERGENTES E VIOLÊNCIA
Moderador: Luís Octávio de Sá - Escola SS da Cruz Vermelha de Oliveira de Azeméis
Estratégias de prevenção da violência nas escolasBeatriz Pereira – Universidade do Minho
A violência doméstica: Estratégias de intervenção
António Costa – Centro Hospital de Coimbra
Dulce Carvalho – Serviço de violência familiar do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra
A violência no idoso: uma realidade camuflada
Fátima Ribeiro – Escola Superior de Saúde de Vale do Ave
17.00 Comunicações livres Moderadores/ Posters:Ana Melo - ESEL
Gabriel Rodriguez – HC e CR Psicopedagógico da Sagrada Família – Funchal
Joaquim Pinto - CHTMAD.EPE
05 de Junho de 2009
09.30 Modalidades de intervenção em Saúde mental: Da teoria à prática: como se faz.
Moderador: Maria Isabel Marques - Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
09.35 Toque terapêutico: demonstração
Carla Cardoso – Unidade de Desabituação do Norte
Ricardo Rocha – Hospital Joaquim Urbano
10.00 Técnica de dessensibilização sistemáticaMárcia Fernandes/Sofia Silva – Centro Hospital do Porto – Pedopsiquiatria
10.25 Histórias de vida /reminiscênciasJosé Martinez – Instituto Português de Oncologia do Porto
10.50 Psicodrama/Sociodrama
João Estrela – Centro Hospitalar Lisboa Ocidental – Hospital S. Francisco (D. Psiquiatria)
11.30 Intervalo para café
12.00 Aconselhamento
Luis Godinho – Hospital Garcia da Horta

12. 25 Intervenções psicoterapêuticas em famílias de pessoas com esquizofreniaIsabel Landeiro/Sandra Andrade - E. C. de Psiquiatria e Saúde Mental do HSFXavier - CHLO
13.00 Intervalo para Almoço
14.30 Debate: Utilização da CIPE em contextos clínicos: Diagnóstico,
intervenções e resultados.
Moderador: Carlos Sequeira - Escola Superior Enfermagem Porto
Parametrização: avaliação InicialAntónio Carlos Amaral – Hospital S. Teotónio de Viseu
Articulação CIPE-NIC e NOCAlexandre Costa – Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa
Processo de implementação: manual de standards de cuidados:
estratégias/dificuldades
Paula Palmeira - Casa de Saúde das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado
coração de Jesus - Braga
Manual de standards de cuidados um caso prático. Da formação à
prática
Carlos Violante - Casa de Saúde de S. João de Deus - Barcelos
Avaliação da implementação do SAPE
Sérgio Ricardo – Hospital Magalhães Lemos
Sistemas de Informação em SaúdeHenrique Rocha – ALERT Life Sciences ComputingComunicações
livres/posters
Moderadores:
Amadeu Gonçalves –
Escola Superior de
Saúde de Viseu
Mário Teixeira (H de
Setúbal)
Nuno Borda de Água -
CHON, UG Hospital
das Caldas da Rainha
17.00 Sessão de encerramento/Principais conclusões
José António Pinho – Centro Hospitalar