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quarta-feira, 9 de março de 2011

FORUM DE SAÚDE MENTAL

FORUM DE SAUDE MENTAL
11 de Março de 2011
“Saúde Mental no século XXI: Intervir Mais “

Local: Auditório Principal do Campus da Asprela


Este fórum é realizado no âmbito do desenvolvimento académico do curso de MESMP do ICS.UCP do Porto e considerando o novo paradigma dos cuidados em saúde mental, em que o doente é integrado na comunidade, novos desafios se colocam aos profissionais, nomeadamente aos enfermeiros, na formação/prática.

OBJECTIVOS
• Promover a partilha do conhecimento/experiência no âmbito da Enfermagem de Saúde Mental;
• Realçar o trabalho do enfermeiro de saúde mental em alguns contextos da prática;
• Evidenciar as competências do enfermeiro de SMP no âmbito da equipa multidisciplinar, na comunidade;
• Divulgar o trabalho realizado pelos alunos da especialidade de ESMP, em estágio

PROGRAMA
9h - Abertura do Secretariado
9,30h – Mesa Redonda: Cuidados de Proximidade
Moderador: Luis Sá- ICS-UCP
Antónia Baptista: Coordenadora da UCC S. João Madeira
Sandra Moreira: ULS – Coordenadora da UCC S. Mamede Infesta
Jorge Oliveira – Director do Espaço T
11,00h Sessão de abertura:
Margarida Vieira: Coordenadora da Unidade de Ensino de Enfermagem da UCP
Germano Couto: Presidente da Secção Regional do Norte da Ordem dos Enfermeiros
Carlos Sequeira: Presidente da SPESM
Emília Carvalho: Coordenadora do CMESMP-ICS-UCP do Porto
11,15h - Coffee break
11,30h – Mesa Redonda “ Proximidade nos Cuidados”
Moderadora : Regina Sousa ICS-UCP
Maria do Carmo Ferreira - Dep. de Psiquiatria do Hospital de S. Teotónio – Viseu
Margarida Sotto-Mayor: Serviço de Psicogeriatria do Hospital Magalhães Lemos
Sara Barbosa – Casa de Saúde do Bom Jesus
13,00h : Almoço
14,30h : Painel: Apresentação de Projectos / Comunicações Livres
Moderadora: Manuela Magalhães ICS-UCP
(Propostas em análise)
17,30h – Entrega de prémios (melhor Poster)
17,45 – Conclusões: Luís Sá ICS-UCP
18,00 - Encerramento

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A partir de agora, só suicidio...




A especialidade está a terminar. Como trabalho de estágio terei que pensar num projecto de intervenção. Decidi intervir na área do suicídio e para suicídio. Intervenção no doente e na família. Ora logo aqui deparo-me com algumas condicionantes. O que fazer, como fazer. Talvez intervir nas famílias numa perspectiva de reunião de troca de experiências e de formação. Com os doentes no domínio de grupos de auto-ajuda. Penso que poderia ir por aí, Uma vez que alguns estudos referem uma diminuição de 20% no parasuicidio em famílias que foram intervencionadas.
Por isso, lanço um repto aos leitores do blog que estiverem a desenvolver, ou inseridos em projectos na área e que queiram trocar experiências o favor de me contactarem para o mail do blog.

"A noite fria e escura
Reina no firmamento …
A noite imensa perdura
Pungente tal um lamento,
Acerba como a amargura!…
Domina e amarra a minha alma
Como ciclópica mordaça,
Numa tenebrosa ameaça
De jamais vir a ter calma …

Desloco-me em medonha escuridão
Sem um raio de luz que me guie …
Morre, morre já meu coração.
Nada sinto, nada vejo …
É o Nada à minha volta
É a morte que procuro em vão!
Oh! Morte! Vem ceifar esta Vida …
Oh! Morte vem buscar
Uma existência que se arrasta,
Num caos imenso, sem saber
Como se há-de orientar
Como poderá Viver?!

Chamo-te a toda a hora
Numa ânsia feroz
De acabar sem demora
Uma Vida, sem Vida …
Nada mais me resta
Senão a tua companhia
Oh! Morte …
Nada mais quero
Senão a tétrica alegria
De ter a sorte
De ver esta Vida findar …
Que passa como uma noite
Fria e escura
Acerba como a amargura!…"


in http://om.weblog.com.pt/arquivo/059576.html

quinta-feira, 20 de maio de 2010

A LUCIDEZ DA LOUCURA - VER

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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

CONFIRMAÇÃO DE UMA CONSTATAÇÃO



O consumo de cannabis de alta potência e numa frequência diária aumenta até seis vezes o risco de doença psicótica, como a esquizofrenia, conclui um artigo científico publicado hoje, do qual o português Tiago Reis Marques é co-autor
«O uso diário de uma cannabis mais potente aumenta até seis vezes o risco de uma doença psicótica, como esquizofrenia ou outras semelhantes», explicou à agência Lusa o médico psiquiatra dos Hospitais da Universidade de Coimbra, a fazer doutoramento em Londres. No Instituto de Psiquiatria de Londres, o português participa no estudo GAP (Genetics and Psychosis/Genética e Psicoses), cujos resultados são parcialmente publicados hoje na edição de Dezembro do British Journal of Psychiatry (Jornal Britânico de Psiquiatria).
O investigador, de 33 anos, sublinhou, porém, que a cannabis «não é uma causa em si», mas antes um factor de risco e um precipitante de doença mental grave, como a esquizofrenia. «Em pessoas que, com outros factores de risco associados, como genéticos ou sociais, estejam em risco aumentado, [o consumo] é um factor precipitante para a esquizofrenia», refere.
Há muito que as investigações se debruçam sobre as causas das psicoses, nomeadamente sobre factores genéticos ou sociais e consumo de drogas. A novidade deste estudo é a demonstração de que a potência da cannabis consumida e a frequência da sua utilização aumentam até seis vezes o risco de doença psicótica. O investigador português explica que, actualmente, «a cannabis geneticamente modificada, a preferida pelos vulgares utilizadores», originária da Holanda e de outros países, «tem 12 a 18 por cento de THC, substância que provoca os vulgares sintomas, como euforia, desinibição, a vulgar 'moca', quando antes continha apenas dois a quatro por cento».
As «óbvias implicações para a sociedade» poderão passar por se olhar para a cannabis «não como uma droga somente leve, mas como uma droga que potencia e aumenta o risco de doença mental grave», antecipa Tiago Reis Marques. Ressalvando que tal decisão se situa no nível político, o investigador antevê uma «implicação muito importante na agenda de saúde pública, assim como na forma como a política, criminal e legislativa, terá de olhar para a cannabis». O passo seguinte da equipa que Tiago Reis Marques integra será continuar a perceber como é que a cannabis actua no cérebro para que surjam sintomas psicóticos (delírios, paranóia, alucinações, sintomas de perseguição) e como é que a droga se combina com factores genéticos, por exemplo.
Lusa / SOL

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

terça-feira, 27 de outubro de 2009

obrigado pelo prémio


Num momento em que realmento não ando a cuidar devidamente do psikiatrices, recebo este simbólico prémio, que me deixa muito satisfeito.
Agradeço ao tabanika, colega que não conheço, mas que julgo ser do Serviço de Psiquiatria, digo Medicina de Tomar. Um abraço.


sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O PODER DA MUSICA

A musica tem realmente um poder enorme...Cá está mais uma lição.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

(IN)DECISÕES



Hoje começa a Pós-licenciatura em Enfermagem de Saude Mental e Psiquiatria na Escola Superior de Enfermagem São Francisco das Misericórdias. Hoje devia apresentar-me para iniciar mais um capitulo da minha vida académica e profissional. Mas não, há decisões que se têm que tomar e o que ontem era verdade, hoje toma contornos de algo mais relativo.
Pensei muito, muito mesmo, ponderei os prós e os contras e senti-me muito indeciso numa altura e cheio de certezas noutra, para depois voltar a ter incertezas. Mas decidi em não ir e anular a matricula. Claro que apesar da carreira estar como (não)está continua nos meus horizontes ser enfermeiro "com" a especialidade em saúde Mental e Psiquiatria, mas talvez, se calhar, mais tarde e decisivamente noutro espaço.
Mas para aqueles que iniciam hoje a sua Pós-Licenciatura e que iriam ser irmãos de armas, deixo aqui um desejo de boa sorte e que tudo lhes corra pelo melhor. E que contribuam para a valorização da enfermagem de saúde mental.
Quanto a mim, embrenhado nesta altura em outros afazeres, com alguns projectos em mão que pretendo concluir rapidamente, espero e espero e espero sem (des)esperar, ou não fosse eu Alentejano.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

FINALMENTE ...




Hoje em Diario da Republica foi publicado a autorização para a abertura da Pós Licenciatura em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria na Escola Superior de Enfermagem de Setubal. Esperava esta noticia à 2 anos, aconteceu agora, logo agora que estou matriculado na Pós Licenciatura de Saúde Mental na Escola Superior de Enfermagem São Francisco das Misericórdias.
De qualquer forma estou satisfeito e vou aguardar, aguardar, aguardar...
Também já é algo que estou habituado.


segunda-feira, 25 de maio de 2009

SUICIDIO



O comportamento suicida abrange os gestos suicidas, as tentativas de suicídio e o suicídio consumado. Os planos de suicídio e as acções que têm poucas possibilidades de levar à morte são chamados gestos suicidas. As acções suicidas com intenção de morte, mas que não atingem o seu propósito, chamam-se tentativas de suicídio. Algumas pessoas que tentam suicidar-se são descobertas a tempo e salvas. Outras pessoas que tentam suicidar-se têm sentimentos contraditórios acerca da morte e a tentativa pode falhar, porque é, na realidade, um pedido de ajuda combinado com um forte desejo de viver. Finalmente, um suicídio consumado tem como resultado a morte. Todos os pensamentos e os comportamentos suicidas, quer se trate de gestos, quer de tentativas, devem ser tomados a sério.
O comportamento autodestrutivo pode ser directo ou indirecto. Os gestos suicidas, as tentativas de suicídio e o suicídio consumado são exemplos de comportamento autodestrutivo directo. O comportamento autodestrutivo indirecto implica a participação, geralmente de modo repetido, em actividades perigosas sem que exista uma intenção consciente de morrer. Exemplos de comportamento autodestrutivo indirecto incluem o abuso do álcool e das drogas, o abuso do tabaco, o comer em excesso, o descuido com a própria saúde, a automutilação, a condução de um veículo de modo temerário e o comportamento criminoso. Das pessoas com comportamento autodestrutivo indirecto diz-se que têm um «desejo de morte», mas geralmente existem muitas razões para este comportamento.
Epidemiologia
Como as estatísticas de suicídio se baseiam principalmente nas certidões de óbito e nas pesquisas judiciais, existe certamente uma subestimação da verdadeira incidência. Mesmo assim, o suicídio encontra-se entre as primeiras 10 causas de morte. O suicídio é a causa de 30 % das mortes entre os estudantes universitários e 10 % das mortes em pessoas entre 25 e 34 anos. É a segunda causa de morte entre os adolescentes. No entanto, mais de 70 % das pessoas que se suicidam têm mais de 40 anos e a frequência aumenta dramaticamente nos maiores de 60 anos, sobretudo nos homens. As taxas de suicídio são maiores nas áreas urbanas do que nas rurais.
Em contraste, as tentativas de suicídio são mais frequentes antes de chegar à meia-idade. As tentativas de suicídio são particularmente frequentes entre as adolescentes solteiras e entre os solteiros com cerca de 30 anos. Embora as mulheres tentem suicidar-se com uma frequência três vezes superior à dos homens, estes consumam o suicídio numa proporção quatro vezes superior à delas.
As pessoas casadas têm menos probabilidades de tentar ou de levar a cabo um suicídio do que as pessoas separadas, divorciadas ou viúvas que vivem sozinhas. Os suicídios são mais frequentes entre os familiares de quem já fez uma tentativa ou já se suicidou.
Muitos suicídios ocorrem nas prisões, particularmente entre os homens jovens que não cometeram crimes violentos. Estas pessoas enforcam-se, geralmente, durante a primeira semana de prisão. Os suicídios em grupo, quer implique um grande número de pessoas, quer só duas (como um casal de namorados ou de cônjuges), representam uma forma extrema de identificação com a outra pessoa. Os suicídios de grandes grupos tendem a ocorrer em situações com uma grande carga emocional ou nos fanatismos religiosos que ultrapassam o forte instinto de sobrevivência.
As taxas de suicídio entre advogados, cientistas, médicos (especialmente do sexo feminino) e pessoal militar são mais altas do que na população geral. A intoxicação com medicamentos é uma forma frequente de suicídio entre os médicos, possivelmente porque podem obter os fármacos com facilidade e sabem qual é a dose letal.
O suicídio acontece com menor frequência entre os membros praticantes de grupos religiosos (particularmente os católicos), que geralmente se apoiam nas suas crenças, têm laços sociais próximos que os protegem da autodestruição e estão também proibidos de cometer tal acto devido às suas crenças. No entanto, a filiação religiosa e as crenças profundas não impedem necessariamente a realização de actos suicidas por motivos de frustração, ira e desespero, especialmente quando são acompanhados de um sentimento de culpabilidade ou de indignidade.
Uma de cada seis pessoas que se suicida deixa uma nota escrita. As notas fazem muitas vezes referência a relações pessoais ou a acontecimentos que devem acontecer depois de a pessoa ter morrido. As notas escritas pelas pessoas de idade avançada exprimem preocupações pelos que deixam para trás, enquanto as notas escritas pelos jovens podem ser de agastamento ou de reivindicação. Uma nota deixada por alguém que tenta suicidar-se mas não o consegue indica que a tentativa foi premeditada; o risco de voltar a tentar é, portanto, elevado.
in "manual merk"

domingo, 19 de abril de 2009

DOENÇA BIPOLAR



O que é?


A Doença Bipolar, ou Doença Maníaco-Depressiva, é uma doença psiquiátrica que se caracteriza por alterações acentuadas do humor, nas quais o doente alterna entre estados de depressão e euforia (mania). Distúrbio complexo, afecta cerca de 1,5 por cento da população mundial.

Apesar das variações de cada quadro clínico, a sua sintomatologia é consistente, permitindo um diagnóstico seguro.

Quais os sintomas?

A fase maníaca (eufórica) pode durar de dias a meses e caracteriza-se pelos seguintes sintomas:
li>Aumento do estado de ânimo: hiperactividade, aumento da energia, falta de autocontrolo;
Auto-estima elevada (pensamentos de grandeza, crenças falsas em habilidades especiais, aumento do amor próprio);
Compromiso exagerado nas actividades;
Aumento de interesse em diversas actividades: gastos exagerados, consumo excessivo de comida, bebida ou consumo de drogas; promiscuidade sexual; deterioração do julgamento;
Tendência para a distracção;
Pouca necessidade de dormir;
Irritação fácil;
Pouco controlo do temperamento
Estes sintomas observam-se sobretudo nos doentes de Transtorno Bipolar I. Nas pessoas com Transtorno Bipolar II, o estado de humor prevalecente é o da Depressão.
A Depressão, quer no Transtorno I quer no II, inclui sintomas graves tais como:
Tristeza permanente;
Sentimento de desespero, inutilidade e culpa excesiva;
Apatia;
Sonolência excessiva ou incapacidade de dormir;
Perda de apetite e de peso/ consumo exagerado de alimentos e aumento de peso;
Pensamentos frequentes sobre a morte;
Dificuldade de concentração, de memorização e de toma de decisões;
Isolamento;
Fadiga;
Perda da auto-estima
Estas alterações de humor condicionam todas as emoções e comportamentos do indivíduo, levando a uma significativa perda de saúde e da autonomia da personalidade.

Quais as causas?

Há vários factores que predispõem para a doença, nomeadamente genéticos, biológicos e ambientais. Os factores genéticos têm um papel essencial mas, por outro lado, o tipo de personalidade e o ambiente em que a pessoa vive condicionam também o desencadeamento das crises.

Qual o tratamento?

Não há nenhum tratamento que cure a doença na totalidade. Ela pode, porém, ser controlada através de medicamentos estabilizadores do humor, tais como o Carbonato de lítio, o Valproato e a Carbamazepina .
As crises depressivas tratam-se com antidepressivos ou, em casos resistentes, a convusioterapia. As crises de mania tratam-se com os estabilizadores do humor acima referidos e com os antipsicóticos. O apoio psicológico individual e familiar é, além disso, um complemento indispensável para o tratamento.

IN PSIQUEWEB

terça-feira, 7 de abril de 2009

JORNADAS DA SPESM



Também lá irei estar.

Fórum da SPESM 2009
A Saúde Mental e a Vulnerabilidade Social
04 e 05 de Junho de 2009
Anfiteatro – Pólo Artur Ravara ESE de Lisboa
Comunicações/posters até 20 de Maio e-mail: congresso.spesm@gmail.com
Regulamento em: www.spesm.org e http://spesm-saudemental.blogspot.com/
Programa Provisório
04 de Junho de 2009
09.00 Recepção aos participantes
09.30 Sessão de abertura
10.00 A SAÚDE MENTAL E OS GRUPOS VULNERÁVEIS
Moderador:

Os grupos de risco (crianças, mulheres e idosos)
Ana Sara Brito – Vereador da Câmara Municipal de Lisboa
Estratégias de intervenção específicas
Luis Silva – Hospital Magalhães Lemos
11.30 Intervalo
12.00 Conferência: Da supervisão à intervisão em Enfermagem de Saúde MentalSalvatore Virgillito - Direcção dos Hospitais Universitários de Genebra (suíça)
Moderador: Glória Toletti Escola Superior de Enfermagem de Lisboa
13.00 Intervalo para almoço
14.00 CONTEXTOS EMERGENTES E VIOLÊNCIA
Moderador: Luís Octávio de Sá - Escola SS da Cruz Vermelha de Oliveira de Azeméis
Estratégias de prevenção da violência nas escolasBeatriz Pereira – Universidade do Minho
A violência doméstica: Estratégias de intervenção
António Costa – Centro Hospital de Coimbra
Dulce Carvalho – Serviço de violência familiar do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra
A violência no idoso: uma realidade camuflada
Fátima Ribeiro – Escola Superior de Saúde de Vale do Ave
17.00 Comunicações livres Moderadores/ Posters:Ana Melo - ESEL
Gabriel Rodriguez – HC e CR Psicopedagógico da Sagrada Família – Funchal
Joaquim Pinto - CHTMAD.EPE
05 de Junho de 2009
09.30 Modalidades de intervenção em Saúde mental: Da teoria à prática: como se faz.
Moderador: Maria Isabel Marques - Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
09.35 Toque terapêutico: demonstração
Carla Cardoso – Unidade de Desabituação do Norte
Ricardo Rocha – Hospital Joaquim Urbano
10.00 Técnica de dessensibilização sistemáticaMárcia Fernandes/Sofia Silva – Centro Hospital do Porto – Pedopsiquiatria
10.25 Histórias de vida /reminiscênciasJosé Martinez – Instituto Português de Oncologia do Porto
10.50 Psicodrama/Sociodrama
João Estrela – Centro Hospitalar Lisboa Ocidental – Hospital S. Francisco (D. Psiquiatria)
11.30 Intervalo para café
12.00 Aconselhamento
Luis Godinho – Hospital Garcia da Horta

12. 25 Intervenções psicoterapêuticas em famílias de pessoas com esquizofreniaIsabel Landeiro/Sandra Andrade - E. C. de Psiquiatria e Saúde Mental do HSFXavier - CHLO
13.00 Intervalo para Almoço
14.30 Debate: Utilização da CIPE em contextos clínicos: Diagnóstico,
intervenções e resultados.
Moderador: Carlos Sequeira - Escola Superior Enfermagem Porto
Parametrização: avaliação InicialAntónio Carlos Amaral – Hospital S. Teotónio de Viseu
Articulação CIPE-NIC e NOCAlexandre Costa – Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa
Processo de implementação: manual de standards de cuidados:
estratégias/dificuldades
Paula Palmeira - Casa de Saúde das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado
coração de Jesus - Braga
Manual de standards de cuidados um caso prático. Da formação à
prática
Carlos Violante - Casa de Saúde de S. João de Deus - Barcelos
Avaliação da implementação do SAPE
Sérgio Ricardo – Hospital Magalhães Lemos
Sistemas de Informação em SaúdeHenrique Rocha – ALERT Life Sciences ComputingComunicações
livres/posters
Moderadores:
Amadeu Gonçalves –
Escola Superior de
Saúde de Viseu
Mário Teixeira (H de
Setúbal)
Nuno Borda de Água -
CHON, UG Hospital
das Caldas da Rainha
17.00 Sessão de encerramento/Principais conclusões
José António Pinho – Centro Hospitalar

segunda-feira, 9 de março de 2009

DESVENDAR



Há alguns dias dei por mim, numa pesquisa sobre saúde mental, a ler um arigo, já postado anteriormente, sobre este projecto desvendar. Fiquei curioso e partilho convosco outo artigo. No entanto, gostaria, tambem eu de saber um pouco mais sobre este projecto.

ALUNOS DE PÓS-LICENCIATURA DE ENFERMAGEM LANÇAM BLOGUE SOBRE SAÚDE MENTAL
“Desvendar” é o nome do blogue que quer gerar uma partilha de experiências na Internet. Pensado para pessoas com doenças mentais e seus familiares, o blogue vai integrar um conjunto de informações que possam, por um lado, ajudar o doente e, por outro, combater o estigma que envolve este tipo de patologia.


Está ainda a começar mas os objectivos já estão desvendados. O blogue, criado por um conjunto de enfermeiros, alunos da pós-licenciatura de especialização em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria, da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, pretende ser um “ponto de encontro” entre pessoas que convivem com doenças mentais.

“O objectivo é permitir às pessoas falarem sobre este problema, colocar as suas dúvidas e criar, essencialmente, um intercâmbio de ideias e de experiências entre quem convive com as doenças mentais”, refere Piedade Ferreira, uma das autoras do projecto.

Outra meta a que o “Desvendar” se propõe é atenuar o estigma social que envolve as doenças mentais. “Infelizmente, ainda existe muito estigma e este blogue quer falar deste assunto, sem qualquer tipo de estigma”, diz a enfermeira.

Para colocar os utilizadores “à vontade”, o blogue funciona no anonimato. “Protegemos a identidade das pessoas para que não tenham medo de nos colocar dúvidas. No anonimato, pode ser mais fácil falarem e perguntarem algumas coisas”, explica Piedade Ferreira.

Por enquanto, o grupo de trabalho ainda está a planear as temáticas que o blogue vai ter. Prevê-se que se lancem alguns temas à discussão, sendo que o primeiro deverá ser as terapêuticas alternativas.

Os autores do blogue, além de lançarem temas, também podem depois responder às dúvidas colocadas pelos utilizadores. “O importante é haver partilha de informação e nós tentaremos sempre dar um feedback às dúvidas colocadas”, diz a enfermeira.

No “Desvendar” haverá ainda um conjunto de links, sobretudo de associações de apoio a doentes mentais e seus familiares, para que as pessoas encontrem, noutras páginas, informação sobre saúde mental e doenças mentais.

O blogue integra um projecto mais amplo, o “Projecto Desvendar – Domínio Cuidados Continuados e Reabilitação Psicossocial”, que integra o trabalho da pós-licenciatura em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria.

in www.canalup.tv/?menu=noticia&id_noticia=3218

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

CONGRESSO NACIONAL SPESM

Também lá estarei...




SOCIEDADE PORTUGUESA DE ENFERMAGEM DE SAÚDE MENTAL (SPESM)
(Diário da República II Série nº 174 de 10 de Setembro de 2007)
Fórum da SPESM 2009: A Saúde Mental e a Vulnerabilidade Social
Anfiteatro do pólo Artur Ravara da ESE de Lisboa 4 e 5 de Junho de 2009
Programa provisório•A saúde mental e a vulnerabilidade social
•Da supervisão à inter-vision em enfermagem de saúde mental
•Estratégias de prevenção da violência nas escolas
•A violência doméstica: estratégias de intervenção
•A violência no idoso: uma realidade camuflada
•Sessão de relaxamento aos presentes por imaginação guiada.
•Toque terapêutico: demonstração
•Técnica de dessensibilização sistemática: demonstração
•Histórias de vida /reminiscências/psicodrama: demonstração
•Intervenções psicoterapêuticas à família de pessoas com esquizofrenia
•Utilização da CIPE em contextos clínicos: como faço um diagnóstico, prescrevo intervenções e avalio os resultados. Avaliação inicial; CIPE/NIC e NOC; Processos de implementação em curso; Avaliação do sape

O envio de comunicações livres/posters deverá ser enviado até 8 de Maio de 2009.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

CUIDADOS CONTINUADOS PSIQUIATRICOS...QUASE UMA REALIDADE!!




"O Ministério da Saúde alarga cuidados continuados a doentes mentais
O objectivo será substituir o internamento nos grandes hospitais psiquiátricos por apoios diversos junto da comunidade de residência
O Ministério da Saúde está a ultimar um diploma que permitirá alargar os cuidados continuados aos doentes mentais, substituindo o internamento nos grandes hospitais psiquiátricos por apoios diversos junto da comunidade onde residem.

«Estamos a desenvolver os cuidados continuados em saúde mental. O diploma está na fase final de aprovação e vai ter financiamento, com um valor que não está ainda determinado», disse hoje a ministra Ana Jorge, na inauguração da Unidade de Psiquiatria e Saúde Mental de Torres Vedras.

«A par e passo vamos conseguir descentralizar e desinstitucionalizar os doentes para que cada vez mais haja menos doentes internados», afirmou, recusando as críticas feitas hoje ao Jornal de Notícias pelo director do Serviço de Psiquiatria do Hospital Júlio de Matos.

José Jara disse que a reforma da psiquiatria «visa apenas poupar dinheiro» e que, com a redução do número de internamentos, «a situação é grave porque há doentes que carecem de protecção institucional em permanência».

Esta visão de «pessoas com esquizofrenia ou doença bipolar depositadas» em hospitais psiquiátricos, como o Júlio de Matos, «não é aceitável», frisou o coordenador do Programa Nacional da Saúde Mental, José Miguel Caldas Almeida.

«Essas pessoas devem estar com as famílias, desde que estas tenham apoio e serviços perto, ou devem estar em unidades residenciais onde possam ter os cuidados de que necessitam», defendeu.

Aproximar os cuidados de saúde mental dos doentes, através da descentralização de serviços ou de cuidados continuados que possam ser prestados em estreita ligação com os centros de saúde, é o principal objectivo da reforma da psiquiatria.

«Porque os serviços ainda estão muito inacessíveis e centrados nos grandes hospitais psiquiátricos, muitos doentes mentais graves continuam sem tratamento em Portugal», alertou o coordenador.

Neste sentido, a ministra anunciou uma linha de apoio de cinco milhões de euros para incentivar a criação de novas unidades locais de saúde mental, com o intuito de passar a haver «um melhor acompanhamento [dos doentes crónicos] após a alta junto da comunidade» e assim reduzir o tempo de internamento.

Só no Centro hospitalar Psiquiátrico de Lisboa, de que depende a unidade torriense, a reforma permitiu reduzir o número de camas ocupadas de 262 para 186, bem como o tempo internamento de 37 para 20 dias.

Desde que abriu no início do mês, a Unidade Comunitária de Psiquiatria e Saúde Mental de Torres Vedras já atendeu 99 doentes, 16 dos quais recorreram a apoio médico pela primeira vez.

Com consultas de psiquiatria, psicologia, psicoterapia e ainda serviços de enfermagem e apoio social, a nova unidade pretende responder a uma população de 118 mil habitantes dos concelhos do Cadaval, Lourinhã, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras, que até aqui tinham de se deslocar ao Hospital Júlio de Matos, em Lisboa."


2009-02-16

Fonte: Agência Lusa
Pode encontrar este artigo em:

http://saude.sapo.pt/artigos/noticias_actualidade/ver.html?id=913207

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

CONGRESSO NACIONAL SPESM



Congresso de Saúde Mental: SPESM
Congresso Nacional da SPESM: A vulnerabilidade Social e a Saúde Mental

Datas: 4 e 5 de Junho de 2009 - Lisboa

Local: Anfiteatro do Polo Artur Ravara: Escola Superior de Enfermagem de Lisboa

Brevemente regulamento no site (http://www.spesm.org/)

Data limite para envio de resumos:
8 de Maio de 2009

fonte: www.spesm-saudemental.blogspot.com

domingo, 21 de setembro de 2008

II JORNADAS DO DSMP DO HSFX




Divulgo mais uma jornada, neste caso as II Jornadas do Departamento de Saude Mental do Hospital São Francisco Xavier, que apresenta um programa direccionado para as abordagens terapeuticas. Penso que apresenta um programa vasto e com bastante interesse, acompanhando o ciclo de vida.
Por mim!!! lá estarei!!!

II JORNADAS DE ENFERMAGEM
SAÚDE MENTAL – ABORDAGENS TERAPÊUTICAS
DEPARTAMENTO DE PSIQUIATRIA E SAÚDE MENTAL
HOSPITAL DE S. FRANCISCO XAVIER – CENTRO HOSPITALAR DE LISBOA OCIDENTAL


DIA 20 NOVEMBRO 2008

9.00 ABERTURA DO SECRETARIADO
9.30 SESSÃO SOLENE DE ABERTURA
Pedro Abecassis – Presidente do Conselho de Administração do CHLO
Fernanda Rosa – Directora de Enfermagem do CHLO
Maria João Pais – Directora Clínica do CHLO
Isaltino Morais – Câmara Municipal de Oeiras

10.00 MESA 1 - NASCER NÃO É FÁCilL…
moderador – Teresa Carvalho

1. Promoção da saúde mental na relação mãe - bebé - Maria João Nascimento
2. Apoio à puerpera e ao RN - Lucília Mendonça
11.00 COFFEE BREAK
11.20 MESA 2 - … E CRESCER É DÍFICIL
moderador – Miguel Talina

1. Perturbações da relação e comunicação na infância
Cidália Antunes
Lídia Martins
2. Intervenções psicodinâmicas na infância e adolescência - António Nabais

12.30 PAUSA PARA ALMOÇO

14.30 MESA 3 - MAS ÉS CAPAZ… - moderador – Tiago Sousa
1. Abordagens psicodinâmicas no adulto - Isaura Neto
2. (Des)Encontros conjugais: abordagens de terapia de casal - Marta Pietra
15.30 MESA 4 - … DE ENVELHECER - moderador – Elisa Jorge
1. A Velhice não é para Meninas - Nuno Goulão e Inês Oliveira
2. Psicogeriatria/Reabilitação - Cândida Bicho;Fernando Trindade

DIA 21 NOVEMBRO DE 2008

9.30 MESA 5 - EXISTEM CAMINHOS… - moderador – Fernando Peres Rodrigues

1. Abordagens psicossociais - Olatz Napal
2. Abordagens em Unidade de Psicose Refractária - San Agustin; IsabelDurana (Espanha)
3. Abordagens psicoeducativas em Unidade de Dia- Isabel Ana; Teresa Pedras
4. Abordagem cognitivo-comportamental- Maria João Fitas
11.30 COFFEE BREAK
11.50 MESA 6 - … POR ONDE CAMINHAR - moderador – Susana Carreiro

1. Método Auto-biográfico: reconstrução da narrativa de vida; reconstrução da ideia de si.Processo de aconselhamento-Joaquim Lopes
2. Terapia pela arte – Espaço T- Jorge Oliveira
3. Modelando o futuro - Aldora Silva; Maria João Casaca
13.00 PAUSA PARA ALMOÇO
14.30 CONFERÊNCIA - FAMÍLIA(R)- moderador – Paula Duarte

1. Investigação com famílias de doentes psicóticos - resultados finais do estudo FAPS
Manuel Gonçalves Pereira
2. A importância da família para a pessoa com doença mental-Julian Leff (Inglaterra)
16.00 MESA 7 – EXPECTATIVAS PARA A SAÚDE MENTAL -moderador – Miguel Narigão
Miguel Xavier; António Nabais