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sábado, 16 de janeiro de 2010

DECLARAÇÃO DE GUERRA. É GUERRA, É GUERRA



Quem me conhece sabe que sou alguem paciente, optimista, sempre positivo, bem disposto e confiante.Mas nestes dias tenho-me sentido impaciente,descontente, revoltado, enervado, enojado, humilhado pelo Ministério da Saúde e por este governo. Por isso, da minha parte e deste blog declaro Guerra ao Ministério da Saúde e ao Governo de Portugal.
Por isso associo-me a todos os movimentos que sirvam para demonstrar esta revolta e este descontentamento. Desafio os Enfermeiros no activo, na reforma, estudantes de Enfermagem e todas as suas familias a manifestarem essa indignação. Farei também esta campanha nos Hospitais Privados custe o que custar.

FAREI GREVE! IREI À MANIFESTAÇÃO

CHEGA. QUEREM GUERRA. VÃO TER.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

RESULTADO DA REUNIÃO COM A MINISTRA DA SAÚDE



Negociações inconclusivas entre enfermeiros e Ministério

MAS ...

"A Comissão Negociadora dos Sindicatos dos Enfermeiros encontrou hoje alguma «abertura» na ronda negocial com o Ministério da Saúde para debater a nova carreira, apesar de a reunião ter sido inconclusiva

«Houve por parte do Ministério da Saúde (MS) alguma abertura para a discussão de algumas matérias, ao nível da estrutura da carreira, que nós consideramos importantes para chegarmos a um entendimento», disse à Agência Lusa Pedro Frias, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.

Apesar das posições enfermeiros e do Ministério da Saúde ainda estarem «muito distantes» e ter havido «pouca discussão em termos da aplicação da carreira», Pedro Frias afirmou que foram abertas «algumas perspectivas».

«O descontentamento dos enfermeiros relativamente à condução deste processo por parte do Ministério da Saúde provavelmente fez com que o MS percebesse que os enfermeiros estão mobilizados, descontentes e prontos a avançar para formas de luta e isso fez com que houvesse abertura de determinadas portas, mas ainda nada está concluído», acrescentou.

Foi marcada uma próxima reunião para o dia 27 de Abril, tendo ficado apontado que ambas as partes enviariam propostas para o projecto do decreto-lei, disse Pedro Frias à Lusa.

Os enfermeiros exigem uma carreira que regule as condições de trabalho de todos os enfermeiros do país, independentemente do vínculo, e uma carreira com uma única categoria.

A Comissão Negociadora dos Sindicatos dos Enfermeiros é composta pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses e o Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira."


Lusa / SOL

quinta-feira, 5 de março de 2009

EU JÁ ENVIEI





Ministra: Ana Jorge Morada : Av. João Crisóstomo, 9, 6º -1049-062 Lisboa
Tel.: 213 305 000 Fax: 213 305 175Correio electrónico: gms@ms.gov.pt


"Sra. Ministra da Saúde
EU, INDIVIDUALMENTE, TAMBÉM CONTESTO!
No passado dia 20 de Fevereiro, durante a Greve Nacional de Enfermeiros, a Sra. Ministra da Saúde anunciou e, finalmente, concretizou o envio, aos Sindicatos, da proposta reformulada, cujo compromisso tinha assumido no dia 29 de Dezembro de 2008.
Na proposta constato, e no que diz respeito a estes 4 princípios:
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1. UMA CARREIRA PARA TODOS OS ENFERMEIROS – face a esta reivindicação, justa, o Ministério assume que a mesma apenas está dependente de uma decisão politica, razão pela qual propõe que os actuais enfermeiros, a contrato individual de trabalho por tempo indeterminado possam optar pelo que vier a ficar regulamentado neste decreto-lei. Contudo, isso não é suficiente! Nós, enfermeiros, não aceitaremos a manutenção de qualquer tipo de discriminação e, na realidade, o que a Sra. Ministra está a propor é o seu aprofundamento, porque, no âmbito da sua opção, estão vedadas todas as restantes regras aplicáveis aos colegas com contrato de trabalho em funções públicas e, inadmissivelmente, nada disto é possível para os futuros enfermeiros.
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2. UMA CARREIRA COM UMA ÚNICA CATEGORIA – a Sra. Ministra ao manter uma proposta com duas categorias, insuficientemente justificada com supostos conteúdos funcionais diferentes, contrários ao que hoje está legalmente consagrado no REPE, no Decreto de Lei que transforma a formação dos enfermeiros em Licenciatura e no Código Deontológico revela apenas ter um objectivo: IMPEDIR O DESENVOLVIMENTO DOS ENFERMEIROS NO LEQUE SALARIAL QUE O ACTUAL GOVERNO CONSIDEROU SER O MAIS JUSTO PARA REMUNERAR OS LICENCIADOS.
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3. DESCATEGORIZAÇÃO DOS ACTUAIS ENFERMEIROS DA ÁREA DA GESTÃO – se a anterior proposta já era por nós considerada uma vergonha e um “atentado” à profissão, para esta só encontramos adjectivos num léxico pouco propício. Aos enfermeiros que estão, hoje, nas categorias de gestão da actual carreira de enfermagem, independentemente do que se tenha de reflectir sobre as práticas profissionais, foi exigido sempre concursos de acesso às categorias superiores; no acesso à categoria de enfermeiro graduado até 1988 para além do concurso era exigido um exame escrito de estudo obrigatório de 12 temas dos quais era escolhido 1 pelo júri. Para acesso à categoria de Enfermeiro Especialista era exigido, até 1991, nota positiva no exame de acesso à especialidade (a partir desta data passou a ser exigido a avaliação curricular), frequência da especialidade e posterior concurso de acesso à categoria, primeiro com exame escrito e depois com apreciação curricular. Para acesso à categoria de Enfermeiro Chefe e Supervisor era necessário a frequência dos cursos de Administração, concurso, apreciação e discussão curricular e, em muitos casos, avaliação do perfil psicológico. É DE TODO ESTE PERCURSO, INTRINSECAMENTE LIGADO AO DESENVOLVIMENTO DA PROFISSÃO que não é de todo admissível esta proposta da Sra. Ministra.
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4. GRELHA SALARIAL – é inadmissível que a Sra. Ministra esteja a propor aos enfermeiros uma remuneração de ingresso na actividade abaixo daquela que o Governo, por lei, consagrou para os restantes Licenciados da Administração Pública. É intolerável que a Sra. Ministra apresente uma proposta que coloque o topo da carreira dos enfermeiros abaixo do topo da actual carreira de técnico superior. É insustentável que a Sra. Ministra queira perpetuar a discriminação do reconhecimento do valor social do trabalho dos enfermeiros e, mais grave, que inadmissivelmente diminua, na proposta que se pretende para e com futuro, as expectativas de desenvolvimento salarial quando a comparamos com a actual Carreira de Enfermagem.
Porque o que está em causa é a Profissão de Enfermagem e o seu Desenvolvimento;Porque o que está em causa é o reconhecimento do grau académico e do valor social da profissão;
Porque não posso continuar a aceitar qualquer tipo de discriminação para e entre os enfermeiros, quer já estejam no exercício ou para os futuros,CONTESTO E REPUDIO VEEMENTEMENTE A PROPOSTA QUE NOS ENVIOU!
…………………(assinatura)………………….……………"
Fonte: doutorenfermeiro

sábado, 21 de fevereiro de 2009

NOVOS DESENVOLVIMENTOS ...


Quem me conhece sabe, porque já o manifestei, a minha simpatia pela Senhora Ministra da Saúde Ana Jorge. Em primeiro lugar, se calhar por amor à camisola, pelo facto de ter sido pediatra (Directora de Serviço) no Hospital Garcia de Orta, depois porque me parece uma excelente profissional, e veja-se os projectos por ela desenvolvidos no serviço de Pediatria. Colhe, por parte dos enfermeiros desse referido serviço, essa simpatia e respeito porque também ela revê nos enfermeiros óptimos aliados para a implementação desses projectos.
Como Ministra, confesso que tinha muitas expectativas no que concerne à relação com a classe de enfermagem, ainda por cima numa altura crucial para a nossa carreira.
Depois senti que a coisa poderia não ser assim tão linear, pois vimos o comportamento do Governo na problemática carreira dos professores.
Hoje fizemos GREVE. E esta deu os primeiros resultados segundo o SEP, vamos esperar para ver o que contem a proposta, mas parece-me um passo positivo para a resolução deste imbróglio que estamos colocados, dado que sinto que estamos num limbo em que nada se resolve e nada avança no que diz respeito à carreira de enfermagem.


"A EXCELENTE GREVE DESENVOLVIDA, HOJE, PELOS ENFERMEIROS
OBRIGOU A MINISTRA A ASSUMIR, PUBLICAMENTE, UM
COMPROMISSO E… DESTA VEZ A CUMPRIR!
Proposta chegou ao SEP às 19,15 e foi agendada reunião para o próximo
dia 5 de Março.
Os objectivos desta GREVE eram claros! Obrigar a Ministra da Saúde a apresentar a contraproposta global
que deveria ter sido entregue até ao dia 6 de Janeiro e que deverá contemplar:
• Um único instrumento legal que se aplique a todos os enfermeiros independentemente do vínculo
contratual – regime de contrato em funções públicas e contrato individual de trabalho;
• Uma carreira com uma única categoria que dê respostas ao processo contínuo de aquisição de
competências dos enfermeiros, ao longo da vida profissional;
• A manutenção da categoria e exercício de funções dos actuais enfermeiros chefes e supervisores;
• A grelha salarial que reponha o valor social do trabalho dos enfermeiros ao nível dos restantes
licenciados do país."
in www.sep.org