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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Psikiatrices apoia Enfermagem Primeiro

Depois da exigida reflexão. O psikiatrices apoia o enfermeiro Germano a Bastonário da Ordem dos Enfermeiros.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

III CONGRESSO DA SPESM



Estarei neste congresso apresentando uma comunicação no dia 11 de Novembro sobre a comunicação no suicídio.
Desde já convido todos os colegas a participarem com comunicações livres os posteres.

Segundo a última informação:
"A Direcção da SPESM informa Vossas Exas. que o prazo de envio de Comunicações Livres e Posteres (2ª Fase) foi prolongado para 17 de Outubro de 2011, podendo também ter a oportunidade de candidatura para a publicação de um artigo no E-book do evento (consultar normas de candidaturas de artigo para o E-book".

Também irei enviar um artigo.

PARTICIPA

www.spesm.org

sábado, 29 de janeiro de 2011

SUICIDIO (leituras)




Émile Durkheim trata o suicídio como fenômeno social, e não como um tema da seara psicológica do indivíduo por si mesmo. Seu objetivo é, ao longo da obra, reiterar a tese de que o suicídio é um fato social, um modo de coerção exterior, que merece ser abordado como tema da sociologia.
De fato, Durkheim poderia ter elaborado seu pensamento acerca do suicídio pelo viés da psicologia, porém se confrontaria com um dilema: localizar no indivíduo os elementos causadores do ato suicida, não necessariamente ligados às circunstâncias exteriores, circunscrevendo o suicídio à esfera meramente subjetiva. Essa hipótese, então, poderia levar à constatação de taxas relativamente estáveis em diferentes agrupamentos sociais. Durkheim, a partir desse problema inicial, estabelece a tese de que estatísticas sobre o suicídio não são suficientes para detectar suas causas. Para ele, a razão do óbito nos registros de suicidas é, de fato, a visão que se tem sobre o fato, causa aparente, que não se presta a explicar satisfatoriamente o fenômeno. Um dos casos que o autor usa para fundamentar sua tese revela que, no campo religioso, a taxa de suicídio entre os protestantes é superior à dos católicos, em qualquer região pesquisada, como consequência de um controle social mais brando sobre os fiéis. Trata-se, portanto, de causa social. É importante anotar que Durkheim não nega de todo a conjunção de fenômenos psicológicos na ocorrência do suicídio. Porém, enfatiza que essas características psicológicas são socialmente determinadas e não inatas ao indivíduo.
Não se deve levar pela aparência da obra O suicídio ao folheá-la: suas várias tabelas de dados e referências numéricas podem, à primeira vista, dar a falsa impressão de se tratar de um grande registro de dados estatísticos comentados. Porém, o escopo da análise empreendida por Durkheim excede em muito os registros de dados numéricos. A estatística é utilizada como um instrumento eficiente para o estudioso poder observar a sociedade em suas nuances.
Na verdade, O suicídio pode ser tomado, ainda hoje, como exemplo notável de aplicação do método sociológico ao tema que lhe dá nome, pois pouco se avançou nesse campo após Émile Durkheim. Aí o suicídio não é tomado como assunto isolado. Ele é referido a outras áreas da vivência humana. A partir desse tema central, Durkheim desenvolve uma investigação da natureza de toda a dinâmica social em diversos matizes. Desse modo, um dos aspectos mais basilares dessa obra é a maneira pela qual o autor baseia a noção de que fatores individuais se relacionam aos processos sociais como um todo. Por esse prisma, a intensidade das convenções culturais e a forma pela qual o indivíduo mantém interações com o ambiente que lhe circundam são centrais para destacar explicações para o suicídio.
De certo modo, as noções que mais se popularizaram a partir dessa obra foram aquelas que se referem à proposta de Durkheim de estudar as causas do suicídio através de sua classificação em três tipos: 1. o suicídio egoísta, no qual os laços entre o indivíduo e os outros na sociedade são fracos, sendo sua autoaniquilação de pouco impacto no resto do corpo social; 2. o suicídio altruísta, oposto do egoísmo, em que um indivíduo está tão conectado a sua comunidade que não tem vida própria, acreditando que sua morte pode trazer benefícios para a sociedade; e 3. o suicídio por anomia, que se trata de um estado em que há uma débil regulação social entre as normas da sociedade e o indivíduo, em geral causada por mudanças abruptas nas circunstâncias econômicas e/ou sociais. Assim, essa classificação se baseia em um dinamismo que gera diferenciados panoramas que podem ser analisados a partir dos graus de coesão social.
Em suma, O Suicídio é exemplar pelo modo como lança mão de dados estatísticos para captar na realidade elementos que fundamentem as teses propostas por seu autor. Apesar de algumas críticas que lhe possam ser feitas por inconsistências na análise de alguns dados, seu pioneirismo nesse tema está entre as grandes contribuições do pensamento ocidental.
in "http://pt.shvoong.com/social-sciences/sociology/1938939-suic%C3%ADdio/"

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

ESTE FOI O VENCEDOR



Olá a todos. Agradeço desde já as votações on-line e os mails recebidos com sujestões sobre a denominação a dar ao projecto. Acabei por reformular e criar o logotipo que a partir de agora será o símbolo do projecto.
Um Excelente 2011

sábado, 25 de dezembro de 2010

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A partir de agora, só suicidio...




A especialidade está a terminar. Como trabalho de estágio terei que pensar num projecto de intervenção. Decidi intervir na área do suicídio e para suicídio. Intervenção no doente e na família. Ora logo aqui deparo-me com algumas condicionantes. O que fazer, como fazer. Talvez intervir nas famílias numa perspectiva de reunião de troca de experiências e de formação. Com os doentes no domínio de grupos de auto-ajuda. Penso que poderia ir por aí, Uma vez que alguns estudos referem uma diminuição de 20% no parasuicidio em famílias que foram intervencionadas.
Por isso, lanço um repto aos leitores do blog que estiverem a desenvolver, ou inseridos em projectos na área e que queiram trocar experiências o favor de me contactarem para o mail do blog.

"A noite fria e escura
Reina no firmamento …
A noite imensa perdura
Pungente tal um lamento,
Acerba como a amargura!…
Domina e amarra a minha alma
Como ciclópica mordaça,
Numa tenebrosa ameaça
De jamais vir a ter calma …

Desloco-me em medonha escuridão
Sem um raio de luz que me guie …
Morre, morre já meu coração.
Nada sinto, nada vejo …
É o Nada à minha volta
É a morte que procuro em vão!
Oh! Morte! Vem ceifar esta Vida …
Oh! Morte vem buscar
Uma existência que se arrasta,
Num caos imenso, sem saber
Como se há-de orientar
Como poderá Viver?!

Chamo-te a toda a hora
Numa ânsia feroz
De acabar sem demora
Uma Vida, sem Vida …
Nada mais me resta
Senão a tua companhia
Oh! Morte …
Nada mais quero
Senão a tétrica alegria
De ter a sorte
De ver esta Vida findar …
Que passa como uma noite
Fria e escura
Acerba como a amargura!…"


in http://om.weblog.com.pt/arquivo/059576.html

terça-feira, 26 de outubro de 2010

SPESM - PRÓ-ACTIVA



A Sociedade Portuguesa de Enfermagem em Saúde Mental defende que os enfermeiros deveriam poder prescrever medicamentos. Entendem que essa prática deveria ser permitida em situações específicas, como a ansiedade, o stress, a insónia, o delírio e alucinações. Segundo esta Sociedade, isto já é comum em Espanha, Inglaterra e Estados Unidos. Este será um dos temas em discussão no II Congresso Internacional organizado pela Sociedade Portuguesa de Enfermagem em Saúde Mental , que também vai debater a importância do diagnóstico e da intervenção.

UK. Mental Health Nurse Jobs

Hospital in Norwich UK

Please email your CV to info@kcr.ie

Registered : Intellectual Disability Nurses and Psychiatric Nurses

Opportunities for New Graduates and Experienced Nurses


Hospital Personnel Interviewing November 2010


Providing care and rehabilitation for people with:

*Learning disabilities *Personality disorders *Autism *Asperger syndrome *Challenging behaviour *A forensic history


The Organisation was founded in 1997 by a group of dedicated professionals with extensive experience in caring for people with learning disabilities and mental health problems. Rowan House is an 88 bedded facility, age group from 30+ years.


Benefits:

Salary commences at £25,959 (sterling) based on 37.5hrs per week.

Working hours – 12 hour shifts, 8.15am to 8.30pm and 8.15pm to 8.30am.

Full time permanent positions.

Professional development & access to further education.

Close to London Stansted Airport - easy to return home.

Full Orientation Programme.

Assistance with Accommodation

2 hours by train to Central London – Liverpool Street

Great shops, nightlife, located next to the coast/beach

Free meals for all staff


For information on Norwich visit: www.visitnorwich.co.uk

Kate Cowhig International Recruitment

49 St. Stephens Green, Dublin 2

Tel: 00 353 1 671 5557 Email: info@kcr.ie website: www.kcr.ie

Esclareça dúvidas em: http://www.forumenfermagem.org/forum/index.php?topic=6706.0

domingo, 10 de outubro de 2010

10 - 10 -10 DIA MUNDIAL DA SAÚDE MENTAL




"Muitos preconceitos não têm razão de ser», diz em entrevista João Gama Marques, vice-presidente da Associação de Educação e Apoio na Esquizofrenia.
«Se conhecem alguém rotulado com a doença, antes de formarem opinião, tentem informar-se e perceberão que muitos preconceitos não têm razão de ser». O apelo é de João Gama Marques, Vice-Presidente da Associação de Educação e Apoio na Esquizofrenia.

Qual é a realidade da esquizofrenia em Portugal?
Em termos rigorosos não se pode responder pelo escasso número de estudos e estatísticas nacionais disponíveis sobre o tema. No entanto podemos extrapolar o número divulgado pela Organização Mundial de Saúde que tem estimado a prevalência da esquizofrenia em cerca de 1% da população mundial. Isso corresponderia a cerca de 100.000 portadores da doença em Portugal.

Quais são as faixas etárias mais afectadas?
A esquizofrenia costuma atingir jovens de ambos os sexos, com o início da doença a acontecer nos homens entre os 15 e os 25 anos, e nas mulheres entre os 25 e os 35 anos de idade. Claro está que a doença pode, menos frequentemente, surgir noutras idades antes ou depois dessa faixa etária de maior risco.

Quais são os principais mitos que existem em torno da doença?
Podemos apontar 3 mitos:

- Os portadores com esquizofrenia são violentos. Mentira! A violência no doente é a excepção e não a regra, e muitas vezes quando existe é fruto de crises psicóticas graves, próprias da doença, em que o indivíduo perde o contacto com a realidade, ou então na sequência de mal entendidos que levam o doente a sentir-se ameaçado, o que pode acontecer, por exemplo, aquando duma tentativa de internamento compulsivo.

- Os doentes com esquizofrenia são preguiçosos. Errado! Na realidade a doença evolui com uma degradação das suas capacidades cognitivas e executivas, ou seja com o passar dos anos a doença retira capacidade de trabalho, mas também capacidades sociais ou familiares ao seu portador. Os efeitos adversos de alguma medicação, necessária ao controlo da patologia, também podem prejudicar as referidas capacidades.

- Dizer que algo ou alguém é ou está «Esquizofrénico» é fixe! Ainda existe um certo romantismo à volta da doença e de alguns dos seus mais famosos e supostos portadores (e que na realidade tiveram outras doenças!). Nalguns meios de crítica artística (mas também política e até desportiva) fala-se que certa pessoa ou trabalho é «esquizofrénico», quase sempre de forma leviana e sem que haja verdadeira consciência do que se está a dizer. A esquizofrenia é uma situação muito séria que não merece este tipo de analogias ou comparações.

Quais são as principais dificuldades que os doentes enfrentam no seu dia-a-dia?
Actualmente o mais difícil para estes doentes nem sequer é o controlo da doença. A maior parte dos doentes estão estabilizados com a medicação e restantes tratamentos, que são eficazes quando seguidos como recomendam as equipas de saúde mental. Deste modo as principais dificuldades que os doentes enfrentam no seu dia-a-dia prendem-se com a reabilitação e reinserção social, nomeadamente na obtenção de emprego e habitação próprias.

Existe o apoio necessário em Portugal?
Honestamente pensamos que nenhum país do Mundo tem todo o apoio necessário que os portadores de esquizofrenia e seus cuidadores (familiares, serviços sociais e de saúde) efectivamente precisam. Portugal poderá estar bem se comparado com países do hemisfério sul mas, a nível europeu, há muitos países com mais e melhores apoios do que os nossos, que são pouco divulgados e mal distribuídos.

Apesar de existir uma boa comparticipação, por parte do Governo, no preço dos medicamentos anti-psicóticos (fundamentais para o tratamento da doença) as pensões e reformas são pequenas. Existem algumas associações de apoio ao doente, espalhadas por todo o país (especialmente nos grandes centros urbanos) mas estão enfraquecidas pela escassez de recursos financeiros e humanos e dependem, muitas vezes de um certo espírito de sobrevivência dos seus membros e dinamizadores.

O que pode melhorar?
Poderia haver uma melhor coordenação dos esforços das associações já existentes, bem como maiores apoios da parte do Governo (Ministério da Saúde) a essas entidades. Em termos concretos faltam mais estruturas para a reabilitação e reinserção bem como mais oportunidades profissionais (trabalho protegido) e de habitação (residências adequadas na comunidade) para estes doentes. Finalmente falta mais apoio às famílias, tantas vezes desorientadas e desesperadas; assim como educação para toda a população sobre a doença, sobre como lidar com os seus portadores e como evitar os seus factores de risco.

Que mensagem gostaria de deixar no Dia Mundial da Saúde Mental?
Se conhecem alguém rotulado com a doença, antes de formarem opinião, tentem informar-se e perceberão que muitos preconceitos não têm razão de ser. E quando procurarem informação sobre a Esquizofrenia procurem-na junto de fonte competente, se possível junto de técnicos de saúde ou associações dedicados à doença.

Não menosprezem o perigo que as drogas representam para o despoletar da esquizofrenia na população mais jovem. Os exemplos nefastos são os vulgarizados canabinóides (erva, haxixe), mas também os estimulantes (cocaína, anfetaminas), e outras substâncias psicoactivas (ácido LSD, ecstasy). O seu uso e abuso pode, especialmente em tenras idades, contribuir para o surgimento de esquizofrenia.

Não chamem «esquizofrénico» ao portador de esquizofrenia. É estigmatizante e aumenta o fardo, já por si pesado, que o doente e as famílias carregam. Com mais conhecimento e humanismo o convívio descomplexado, harmonioso e saudável é possível.

IN: WWW.SAPO.PT

domingo, 20 de junho de 2010

PSIKIATRICES ESTÁ DE LUTO PELA ENFERMAGEM



Tenho andado ocupado, mas interessado nas negociações da carreira de Enfermagem. Preplexo com o término das negociações, preplexo com o comportamento do MS, mas principalmente com o comportamento dos delegados sindicais do SEP.
Sinto-me defraudado, irritado e ao mesmo tempo algo perdido sobre o que poderemos fazer a seguir. Por mim, estou a ponderar dessindicalizar-me se entretanto não houver uma posição firme do SEP, quanto à continuação das negociações.
Entretanto o Psikiatrices estará de luto.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

GREVE

Apesar do momento ser dificil, EU FAREI GREVE PELA ENFERMAGEM PORTUGUESA.


quinta-feira, 13 de maio de 2010

Dia Internacional do Enfermeiro

Da minha parte desejo , apesar do atraso, as maiores felicidades em particular a todos os enfermeiros do serviço de Psiquiatria do HGO e a todos os enfermeiros do HGO e em geral a todos os enfermeiros do pais, na sequencia do Dia Internacional do Enfermeiro.


terça-feira, 11 de maio de 2010

30.000 e mais



O Benfica foi campeão, o Psikiatrices atingiu as 30.000 visitas e na segunda feira inicio mais uma etapa no meu percurso profissional/academico.
Obrigado a todos os amigos.

terça-feira, 16 de março de 2010

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

ONTEM FINALMENTE VI

E o que vi fez-me lembrar diversos momentos da história mundial.



Também me fez lembrar o filme Danças com Lobos


ou o último dos moicanos


Muito Bom

sábado, 30 de janeiro de 2010

A BATALHA FOI GANHA... FALTA A GUERRA!!




Foi com grande orgulho na profissão que assistimos e que todos fizemos parte desta histórica greve. A batalha da desunião que muitos apregoavam foi ganha, mostrámos o que somos, quantos somos e o que valemos JUNTOS.
A Ministra quer nova reunião. O proximo passo está do lado do ministério, espero que pense bem o seu próximo passo.

AGUARDEMOS

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010


No seguimento do que tenho observado em outros blogs de referência no âmbito da enfermagem e sabendo o quanto é importante este momento, associo-me.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010




Bom dia! Bom ano! Boa década!

Começo o ano de 2010 respondendo ao desafio da Enfª LN, no blog conversamos, no que diz respeito a este ano que agora começa.

1. Eu já… sei, ou calculo o que me espera este ano, muito trabalho muito estudo na especialidade de SMP, muita dedicação em tudo o que faço, com o objectivo de ser sempre melhor profissional, pessoa, marido e pai. Com a consciência que este ano, as duas últimas serão consequentemente afectadas. Em género de desabafo, como sempre.
2. Eu nunca… serei capaz de trair as minhas convicções, os meus princípios, os meus ideais, os meus amigos, os meus colegas, a minha família.
3. Eu sei… que o caminho não será fácil este ano, o caminho pode até ser demasiado íngreme mas conto com todos os que me rodeiam para conseguir chegar onde ambiciono.
4. Eu quero… diversas coisas para este ano. A titulo profissional, atingir o objectivo atrás referido, uma carreira de enfermagem condigna e não peço mais do que acho justo. A titulo pessoal, que a minha família tenha um excelente 2010, e que o Benfica seja campeão, lol.
5. Eu sonho… (também) “com ambientes de paz e liberdade, com uma sociedade mais equitativa e tolerante, com mais respeito entre as pessoas e mais determinação na defesa de valores e causas justas”.LN

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

DE FÉRIAS ...CÁ DENTRO!!!




Depois da azafama que foi o verão, o inicio do outono, os projectos realizados, as vitórias do Benfica, mereço um descanso(zinho), até antes do Natal, época por estas bandas proibitiva no que diz respeito a férias.
Em Janeiro logo no começo, recomeçam as lides do Psikiatrices, conto vos contar como foi o regresso à escola na especialidade de saúde mental e psiquiatria na escola superior de saúde de Setubal.

Até lá: FELIZ NATAL E ENTRADAS FANTASTICAS E UM ÓPTIMO 2010 ( com nova grelha salarial satisfatória)